Meu perfil
BRASIL, Sudeste, ECHAPORA, centro, Mulher, de 56 a 65 anos, Arte e cultura, Livros
MSN -




Arquivos

    Categorias
    Todas as mensagens
     viagem
     relações afetivas
     notícias da mídia
     religiosidade
     cronicas

    Votação
     Dê uma nota para meu blog

    Outros links
     UOL - O melhor conteúdo
     BOL - E-mail grátis
     blog da angela
     blog da silvanety
     MINHA PASTA MAIS
     blog do alberto
     alberto pasta mais
     blog do Miguel
     blog do leo
     blog da ana miranda
     blog da magui
     blog da imaculada cintra
     blog da rosely sayao
     blog da carrie
     blog da bela
     blog da Dri
     blog da américa
     blog do Emídio
     blog da Claudete
     blog do fábio
     Blog da Anna Fernandes
     blog da bete
     blog da nilcéia
     blog da janaina
     blog da marizete
     blog da AFRODITE
     blog da beth -uma mulher que sabe o que quer
     blog da talyta
     blog da vivian- flores
     blog do roberto alexandre
     cronicas do Gauli




    UOL

    Blog de edimeli
     


     
     

    lei da palmada

    Lei da Palmada”,   gera polêmicas...

     

    Ao ouvir sobre o projeto de lei enviado pelo governo federal ao Congresso , em meados de julho, minha mente se recusou a acreditar no que ouvia. Que lei mais descabida, pensei...

    Lei da Palmada”? Desde quando aplicar palmadas educativas nos filhos é crime? Até que ponto pode o estado interferir assim de maneira excessiva e invasiva na educação de nossos filhos?

    Estão confundindo “palmada” com “espancamento”.

    Todos concordamos que espancamento e demais agressões físicas que efetivamente causem dano

    ao desenvolvimento das crianças são considerados crimes e não devem ser estimulados.

    Cito aqui como exemplo o caso da procuradora da justiça no Rio de Janeiro ( Vera Lúcia). O que a mídia nos mostrou através de imagens, foi uma criança agredida brutalmente, com várias equimoses na face. Uma verdadeira sessão de tortura. Casos como esse, devem ser punidos, como foi, e para isso o código penal já prevê sanções. Uma inocente palmada ou qualquer outro tipo de castigo sem humilhação aplicado pelos pais com o intuito de educar, impor limites, não pode ser comparado com espancamento . Não vejo porque o estado deva intervir. A alegação em defesa da lei é que muitas pessoas podem não saber diferenciar “palmada” de “espancamento”. E que a palmada poderia evoluir para um espancamento. Será? Não é uma regra geral. Quem bate com o intuito de humilhar, ou quem espanca sabe muito bem o que está fazendo. E alimenta sua sede de bater, descontando muitas vezes na criança, frustrações suas. E quem dá apenas “uma palmadinha” com o intuito de educar, sabe que está dando uma palmada. Muitos até se arrependem depois, mas no momento não viram outra alternativa , depois de esgotados todos os argumentos com palavras, como quer a lei. Mas muitas vezes, conversa só não basta. Crianças precisam de limites. Testam o adulto o tempo todo. Se não sentirem firmeza no comando de sua educação, rapidamente aprenderão como usar a impotência do adulto a seu favor.

    Uma palmadinha dada no momento certo pode ser a solução em determinados momentos. . Pesquisas comprovam o fato. Pessoas que já receberam algumas palmadas durante a infância, não se ressentem por isso, nem se tornaram adultos revoltados ou traumatizados.

    Ser a favor da Palmada não significa ser a favor da violência. É claro que não pode se tornar lugar comum. Um ambiente cercado de amor , confiança e companheirismo seguido de diálogo é o mais indicado. O diálogo deve sempre predominar. Mas em muitos casos pode não resolver e o adulto então se vê frente a uma situação difícil de contornar com a criança. Como último recurso, lança mão da palmada.

    Quantas vezes ouvimos pais se dirigirem aos filhos já adolescentes, diante de uma desobediência ou transgressão de regras dizer:”O que te faltou foram umas boas palmadas na infância”.

    Há exceções. Crianças mais dóceis, que não necessitam de palmadas. Se intimidam, se retraem apenas com um olhar mais duro e significativo. Ou apenas com uma frase imperativa.

    Outras precisam de um pulso mais firme. Cabe aos pais, à família decidir qual a melhor educação dar a seus filhos, com liberdade para agir em benefício da educação do próprio filho, preparando-os para a vivência futura e não se tornando pessoas sem limites que se escondem sob a proteção dos próprios pais. Dar uma palmada no bumbum ou aplicar um pequeno castigo que não leve à humilhação, privar o filho de algum lazer, é decisão dos pais.

    O país não precisa de uma lei como esta, que na prática teria pouca ou nenhuma utilidade, visto que sobre esse assunto o ECA, já é suficientemente claro.

    Precisamos é de famílias bem estruturadas em que os pais saibam dar limites a seus filhos. Antes de se pensar em leis como esta, pouco viável na prática, vamos pensar em orientar as famílias, educá-las para a responsabilidade. Famílias equilibradas que saibam valorizar o pouco tempo que tem com seus filhos .Esse seria o caminho para uma transformação na sociedade.

    Legislação para espancamento ou qualquer outro tipo de violência às crianças ou adolescentes, já existe. O que precisamos é de soluções para os descaminhos do país com tanta violência , corrupção e impunidade caracterizados nos dias atuais.



    Categoria: notícias da mídia
    Escrito por edimeli às 18h50
    [] [envie esta mensagem
    ] []





     
     

    visita inesperada

     

    Uma visita inesperada

     

    Aquela manhã de sábado poderia ter transcorrido como todos os outros dias anteriores. Mas a chegada de Junior veio quebrar a monotonia dos dias..

    Júnior chegou inesperadamente, sem qualquer aviso. Já não o via há alguns anos e sua chegada foi uma agradável surpresa.

    A lembrança que tinha dele era de um adolescente alto e esguio, aficionado ao rock e viciado em computador. Quase não o reconheço. Mas, apesar de ter adotado um “visual roqueiro”, os inconfundíveis olhos grandes generosamente circundados por longos cílios me fez reconhecê-lo. Não de imediato. Mas, poucos segundos foram suficientes para eu ter a certeza de que estava diante de meu sobrinho.

    Ficamos horas na cozinha envolvidos num longo e bom papo. Me lembrou aquele programa da Tv Record: “Receita prá dois” com o Edu Guedes.(mas sem o Edu,claro).E também com a diferença de que ele não pode almoçar comigo, porque a avó “coruja” o esperava. Também, tanto tempo sem nos ver, era natural que disputássemos a sua companhia!

    Mas, enfim, nossa conversa rolou solta. E me surpreendeu a maneira como ele se revelou espontâneo, seguro e apto a discorrer sobre qualquer assunto.

    É um”expert” em informática e se define autodidata na área. Depois de anos de experiência na busca por se autoafirmar, hoje possui um bom emprego , com um futuro promissor.

    Como ele mesmo disse, tudo tem sua hora. Como todo adolescente teve sua fase de instabilidade e acabou por interromper os estudos na transição para a faculdade.

    Mas, interromper os estudos não significa ficar na ociosidade. Correu em busca de seus sonhos e interesses. Errou, acertou e acabou se encontrando. Hoje sua meta é concretizar o sonho antigo de cursar uma faculdade de informática. Afinal, com a concorrência do mercado de trabalho, o diferencial ainda é o diploma. Adquiri-lo é fundamental.

    Nesta busca por firmar território, obstáculos tiveram que ser superados. Montanhas tiveram que ser escaladas. Atritos com a família não puderam ser evitados. Ficou uma pequena “rusga” com o pai.

    O mundo muitas vezes se revela uma verdadeira selva, onde muitas vezes a sobrevivência exige uma postura mais dominante , acabando por gerar conflitos.

    Não diga “nunca”, eu lhe disse. O tempo é nosso maior aliado e se encarregará de colocar as coisas no lugar.

    Adultos são assim. Capazes de grandes conquistas profissionais, mas no campo da afetividade se revelam “pequenos” demais para sair do seu egoismo e orgulho ferido e resolver as questões do coração.

    Preferem muitas vezes a tristeza como companhia, do que se dispor a passar momentos agradáveis junto a quem lhes é importante.

    Esta é a maior conquista. A conquista das boas relações, quer familiares ou relações sociais de amizade e companheirismo.

    Difícil é ser como as crianças, de coração puro e generoso, que seguindo seu instinto natural perdoam e esquecem com facilidade.

    Deveríamos aprender com elas essa bonita lição.



    Categoria: relações afetivas
    Escrito por edimeli às 21h40
    [] [envie esta mensagem
    ] []





     
     

    dia dos avós

     

     

    Dia dos avós......vamos comemorar...

     

    Muito bem merecida esta homenagem aos avós, tendo como data comemorativa escolhida o dia 26 de julho. Dia escolhido em referência aos avós de Jesus: Joaquim e Ana, santos comemorados nesta data.

    Nos dias de hoje o papel dos avós vai muito além dos mimos e agrados. Hoje a realidade é outra. Aquela figura da avó de óculos na ponta do nariz, cabelos presos num coque no alto da cabeça, distraindo-se com crochês e tricôs há muito já não existe. Também aquela imagem de avó sempre livre e disposta a brincadeiras com os netos ou pronta a fazer guloseimas já está sendo desmistificada

    Hoje muitas avós, as mais modernas e ativas possuem outros compromissos, frequentam cursos direcionados à sua faixa etária, vão à academia e possuem outras opções de lazer, como viagens, bailes, excursõescinema, teatro... Não esquecendo que algumas ainda trabalham.

    A internet, aos poucos está deixando de ser um mistério. Navegam sem receios por ela, participam de sites de redes sociais como orkut, facebook, msn. E-mail já não tem segredos para muitas.

    Com a participação mais ativa das avós na sociedade moderna, todos ganham. Os avós se tornam pessoas mais atualizadas e podem interagir melhor com os netos. Os conhecimentos adquiridos com a participação na vida moderna, não invalidam a bagagem de experiências adquiridas ao longo dos anos. Só tem a acrescentar. O vovô e a vovó ainda continuam sendo aquela figura que transmite carinho aliado à experiência. Estão valorizando mais a sua própria pessoa, pensando mais em si mesmo, procurando ter uma melhor qualidade de vida. Mas continuam sendo os “2ºs pais”, aqueles que estão à frente no cuidado e educação dos netos na ausência dos pais. Ainda são “os corujas” que se pavoneiam todo diante de um eventual sucesso do neto ou sofrem com sua rebeldia. Têm orgulho em vivenciar a continuidade das gerações. Muitos , além do suporte afetivo, dão também suporte financeiro para a família numa hora de aperto .

    Destacar e promover o papel dos avós no seio da família, é este o objetivo da data.

    Meu profundo respeito e carinho a você vovô, a você vovó que porventura visitar essa página.

    ´

    Eu, como avó...

     

    Eu particularmente, sou “avó de férias”. Só vejo minhas netas nas férias de verão. A conversa pelo skipe nos finais de semana ameniza e paradoxalmente aumenta a saudade. Vontade de estar perto. Participar mais ativamente de suas vidas.

    A primeira vez que Gabi se dirigiu a mim pelo nome, ao telefone, quase tive “um treco” de tanta felicidade. Foi quando veio me contar do nascimento da irmãzinha Rafaela.“Oi vó Dite” a Rafaela tá dumino. Ela tosse pesente”.

    Anteriormente ao nascimento da irmãzinha, tinha me visitado, mas ainda estava iniciando as primeiras palavras. A gente se deliciava e adorava vê-la repetir o que ensinávamos. Nesta idade, um ano e pouquinho, adorava dançar e cantar ao som de cds de cantigas de roda. Não sei onde busquei tanta energia para dançar com ela. Era uma festa. E o meu repertório de cantigas da infância me vieram à memória como se tivessem, sido cantados por mim “ontem”. É o milagre que os netos fazem em nossa vida. Enchem o nosso mundo de alegria.

    Adora que eu conte histórias para ela. E quando ela chega eu já estou com os livrinhos de contos todos previamente separados. Sem contar os DVDS de historinhas que sempre compro para ela. É viciada em desenho animado.

    Quando me conta de seus progressos no balé ou na escolinha, fico toda derretida. Olha eu me pavoneando aí! Mas também me entristeço diante de qualquer doencinha própria da idade infantil e me preocupo com a Rafaela que está demorando “um pouquinho” para soltar a fala. O médico diz que é preguiça. Entende tudo a danadinha. Obedece qualquer comando, mas falar que é bom...nada...

    Para andar foi precoce. Andou aos 10 meses incompletos. E agora atrasa na fala. Vai entender!....

    Quando esteve aqui, tinha um ano e 3 meses. Sapeca como ela só. Completamente independente. Quietinha fazia a sua baguncinha . Quando a percebíamos muito quietinha, podia esperar...estava fazendo arte. Puxava a vovó pela mão e lá íamos nós procurar o bichano que corria assustado, o pobrezinho. Ou então me levava a olhar as formiguinhas. Ficava horas entretida nessa observação e tentando capturá-las, sem medo das possíveis ferroadas. Haja energia....E o “pocotó” também fazia sucesso. Brincar na chuva era com ela....adorava uma poça d'água!

    De agosto em diante, já estou eu às voltas com bordados ou qualquer outro tipo de artefato que posso confeccionar para elas utilizando meus pequenos recursos de artesanato. A Primeira manta de tricô da Gabi, fiz questão de fazer. Mandei pelo correio. Hoje penso, foi uma loucura. Ficou mais caro o frete do que o presente. Mais, valeu, pelo prazer que tive neste gesto. Hoje, já estou mais controlada. Faço e espero que elas cheguem e possam levar. Às vezes não dá para levar. Tem a questão do peso das bagagens. Um ano fiz uma colcha linda para a Gabi toda personalizada com suas fotos, os melhores momentos desde o seu nascimento. Ficou linda! Mas foi aquela confusão para levar. Uma colcha forrada com manta acrílica faz um volume enorme! Mas deram um jeito e acabaram levando. Meu filho fez questão. Fiquei toda orgulhosa quando de minha visita em sua casa e a colcha estava lá, enfeitando a cama.

    E então minha gente, essa sou eu eu como avó. Uma avó de momentos intensos ,mas por períodos curtos. Uma avó à moda antiga, ainda de mimos e agrados.Uma avó "coruja" como a maioria e que adora paparicar as netas. Mas que não deixa de estar sempre antenada com os fatos e acontecimentos do dia a dia. Uma avó orkuteira e blogueira e que curte vaguear pela net.Curte uma boa leitura, bons filmes, boas amizades e  se preocupa em ter uma boa qualidade de vida. Tenho o ano inteirinho para me dedicar a outras atividades. Mas quando minhas netas chegam, a dedicação é exclusiva delas. E são essas pequenas alegrias que tornam nossa vida mais bela e mais rica. E o que se leva dessa vida? Agradeço a Deus por ter me agraciado com essas duas fofurinhas, dois anjos na minha vida.

    E que Deus possa também conceder à minha filha , casada há pouco mais de um ano,gerar filhos inteligentes e saudáveis, meus futuros netos em potencial.

    Gabi...Rafa... a vovó vos ama. Beijos

     

     

     

     

     



    Categoria: relações afetivas
    Escrito por edimeli às 00h53
    [] [envie esta mensagem
    ] []



     
      [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]