Meu perfil
BRASIL, Sudeste, ECHAPORA, centro, Mulher, de 56 a 65 anos, Arte e cultura, Livros
MSN -




Arquivos

    Categorias
    Todas as mensagens
     viagem
     relações afetivas
     notícias da mídia
     religiosidade
     cronicas

    Votação
     Dê uma nota para meu blog

    Outros links
     UOL - O melhor conteúdo
     BOL - E-mail grátis
     blog da angela
     blog da silvanety
     MINHA PASTA MAIS
     blog do alberto
     alberto pasta mais
     blog do Miguel
     blog do leo
     blog da ana miranda
     blog da magui
     blog da imaculada cintra
     blog da rosely sayao
     blog da carrie
     blog da bela
     blog da Dri
     blog da américa
     blog do Emídio
     blog da Claudete
     blog do fábio
     Blog da Anna Fernandes
     blog da bete
     blog da nilcéia
     blog da janaina
     blog da marizete
     blog da AFRODITE
     blog da beth -uma mulher que sabe o que quer
     blog da talyta
     blog da vivian- flores
     blog do roberto alexandre
     cronicas do Gauli




    UOL

    Blog de edimeli
     


    ainda a calçada...

    Ainda a Calçada...

     

    No dia seguinte ao “estrago” feito no calçamento em frente à minha casa, recebi um “convite” do Departamento Municipal do Meio Ambiente:


    Vimos através deste convidar V.Sª para participar do plantio estadual de árvores.

    Em comemoração ao Dia da Árvore V.Sª ficará responsável pelo plantio de 1 muda com vosso nome em uma placa, representando:

    DATA: 23-9-2010

    HORÁRIO: 09:00 HORAS

    LOCAL: DEPARTAMENTO DO MEIO AMBIENTE

     

    Quanto cinismo!

    Não teria que ser invertida a ordem das ações?

    Primeiro abrem uma “cratera” no meu calçamento, e ainda me “convidam” para o desfecho final?

    Isto só fez aumentar minha revolta. Felizmente não estaria em casa no horário previsto. Tinha um compromisso, o que me ajudou a trabalhar minha ira ainda latente.

    Quando retornei já estava tudo consumado...e minha ira aumentando. E a tarde prenunciando chuva. A minha preocupação aumentando ao pensar na enxurrada invadindo a galeria exposta ali e destruindo o resto.

    Pensei bastante e decidi ir à prefeitura manifestar meu repúdio e minha indignação em relação à atitude desrespeitosa e invasiva provocada Departamento Municipal do Meio Ambiente.

    Fiquei sabendo através do assessor do prefeito que uma lei estadual recentemente criada obriga os municípios a arborizar uma quadra da cidade anualmente, até que toda a cidade esteja arborizada.

    E que já têm conhecimento disso desde setembro do ano anterior, quando então criaram o departamento. Eu entendo a lei, aceito a arborização. Mas a lei não dá o direito a que se use de meios agressivos e invasivos para sua eficaz aplicabilidade.

    Existem outros caminhos, o da informação, do diálogo, da conscientização da população. Os moradores devem e precisam ser ouvidos. Não estamos num regime autoritário. No que o assessor concordou comigo e se mostrou solidário às minhas queixas.

    Aliás, se o departamento já existe desde o último setembro, meu calçamento data de dezembro anterior . Seria no mínimo inteligente e de bom tom que eu fosse informada desse projeto, tendo em vista que assim a calçada já seria projetada para um futuro plantio. Não só a mim, como também a outros que porventura também estivessem em fase de construção do tal “passeio público”.

    Tudo seria feito dentro das normas, sem causar aborrecimentos a quem quer que fosse.

    As coisa feitas atropeladamente nem sempre surtem resultados positivos e satisfatórios. Faltou organização. Faltou planejamento. Faltou respeito …

    Pedi providências à prefeitura no sentido de aterrar a “cratera” que a abertura da cova provocou,amenizando o prejuízo.

    Já que se “adiantaram” , agora terminem o que foi começado.

    Saí de lá com a promessa de que providências serão tomadas. Vai intermediar a meu favor.

    Aguardemos...

     



    Escrito por edimeli às 14h24
    [] [envie esta mensagem
    ] []





    Primavera


    A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no
    calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai
    marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais
    que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a
    primavera que chega.

    Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo
    confidencial das raízes, - e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes
    e a alegria de nascer, no espírito das flores.

    Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como
    os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias
    tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas
    apressam-se pelos ares, - e certamente conversam: mas tão baixinho que não
    se entende.

    Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as
    amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram
    pelo céu o primeiro raio de sol.

    Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas
    de folhas, - e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega,
    coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados
    de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

    Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a
    terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

    Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens
    terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes
    deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão
    outros, com outros cantos e outros hábitos, - e os ouvidos que por acaso os
    ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.

    Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro
    dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas
    vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda
    conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os
    manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada
    coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão
    sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas
    roupas de chita multicor.

    Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, - por
    fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos
    a primavera, dona da vida - e efêmera.

    Autora: Cecília Meireles

     



    Escrito por edimeli às 18h01
    [] [envie esta mensagem
    ] []





     
     

    serenidade

     

     

    Manter a serenidade nem sempre é possível


    Serenidade é a graça de não perder a paz, mesmo quando a agitação parece ser a única saída. Serenidade é a capacidade de se manter na mansidão, na tranquilidade e na paz de espírito, especialmente nos momentos mais difíceis. É não se deixar vencer pela agitação, pela perturbação ou inquietação, tão próprias do mundo atual. Serenidade exige reflexão, equilíbrio, sensatez, ponderação e imparcialidade.”

     

    Esta definição de serenidade encontra-se no livro”Saborear a Vida”, de Pe. Léo. Mantenho este trecho grifado, dada a importância e veracidade que constato nestas palavras, ideais para um bom segmento de vida.

    Hoje, casualmente, abri o livro nesta página e me ocorreu que realmente são palavras muito sábias, além de bonitas, mas apenas conceitos por vezes impraticáveis.

    Manter sempre a calma, a tranquilidade, exige um aprendizado constante. É um exercitar a paciência diariamente. É viver um dia de cada vez.

    Tenho procurado seguir essa filosofia de vida: “não fazer tempestade em copo d'água”, respirar fundo, contar até10, 100, 1000 se preciso for. E pensar “não vale a pena me aborrecer por isso”. Não quero e não vou me aborrecer.”

    E posso garantir que tenho obtido ótimos resultados. Muito do que me aborrecia antes, hoje procuro canalizar minhas emoções para coisas mais importantes. Minha meta é “ser feliz”.

    Até que ontem...algo me tirou do sério... Não adiantou contar até 100 ou 1000, andar prá lá e prá cá, coçar a cabeça... Quando dei por mim já estava ao telefone pedindo explicações.

    Considero um desrespeito, uma invasão aos meus domínios, uma afronta até, a atitude do departamento do meio ambiente executada ontem.

    Desconheço qualquer lei que respalde a prefeitura, com autoridade para que sem qualquer aviso prévio “estoure” minha calçada , mesmo que seja por uma boa causa como o plantio de árvores, e com a justificativa de que a calçada é passeio público.

    O “passeio” pode ser público, mas é meu. Eu mandei fazer, tive gastos e cuido de sua manutenção.

    Nada contra arborização. Mas, acredito que se a prefeitura tem um projeto em que a população esteja envolvida, o correto, em respeito ao morador seria comunicá-lo. O mínimo que eu merecia era ser informada. Então, o que me aborreceu foi inesperadamente ter dado com minha calçada “estourada” sem qualquer consideração, sem o meu conhecimento e porque não dizer, sem “meu consentimento”.

    Senti como se minha casa tivesse sido arrombada. Me senti ignorada como cidadã e incapaz como moradora, não digna de ter sido informada da “invasão”. Um simples comunicado teria evitado essa contenda.

    Fizeram uma cova tão grande, que a meu ver julgo desnecessário para uma só muda, levando-se em conta que as árvores de calçadas não devem ter raízes que futuramente comprometam o restante do calçamento e até parte dos alicerces da construção.

    E, pior. Por baixo de onde se cavou é possível visualizar uma galeria pluvial.

    O departamento do meio ambiente vai aterrar a galeria? Claro que não. Vai plantar a tal árvore e deixar a galeria exposta a águas de futuras chuvas.

    Tento calar minha indignação dizendo a mim mesma: “Mas é só uma calçada...”. Mas a indignação continua.

    Quer comemorar o dia da árvore? Vai arborizar um bosque, uma escola, uma praça pública...

    Deixasse que a frente de minha casa arborizo eu... a meu tempo e hora...

     

     

     

     

     

     



    Categoria: relações afetivas
    Escrito por edimeli às 22h17
    [] [envie esta mensagem
    ] []





     
     

    catequese

     

    Saiba fazer a sua escolha!


     

    Escolhe, pois a vida” foi o tema do última encontro catequético.

    Prestes a celebrarmos a 1ª Eucaristia , os catequizandos foram levados a refletir em como nossas atitudes hoje, nossas opções de vida interferem em nossa vida futura.

    Diariamente nos deparamos com situações corriqueiras como por exemplo ter que escolher entre um prato de refeição saudável ou se entupir de refrigerantes, salgadinhos ou outras guloseimas. Uma escolha errada pode trazer futuras consequências para a saúde.

    Assim também ocorre com nossas atitudes. É preciso ter bom discernimento para não se envolver com más companhias, colegas libertinos e desonestos.

    É bom lembrar também que muitas vezes uma boa escolha exige renúncias. O caminho dos falsos prazeres, falsas alegrias e das facilidades apresenta-se a nós de forma mais atraente. Mas a vida cobra o seu preço.

    Nossas ações, trabalho e estudo caminham de acordo com as escolhas feitas.

    Há uma relação direta entre o que semeamos e o que colhemos.

    Não se pode semear ódio, egoismo, desrespeito, maledicências, mentiras e colher algo diferente.

    Também não se pode dizer: “Nasci assim , não tenho culpa. E é assim que vai ser.” Sempre há chance de mudar. Na vida nada é determinante. Nossa vida é uma escolha constante. A gente escolhe amar o próximo, viver bem em família, a gente escolhe ser feliz , viver em paz . E a gente pode escolher também o caminho oposto.

    Temos à nossa frente dois caminhos: o bem e o mal.

    Temos a liberdade de escolha. E o que escolho define quem eu sou.

    Portanto, saiba fazer a sua escolha.

    Escolhe, pois, a vida.(Dt 30, 15-19)

     

    Para ilustrar, foi apresentado a letra da música"É preciso saber viver"  -titãs

    Quem espera que a vida
    Seja feita de ilusão
    Pode até ficar maluco
    Ou morrer na solidão
    É preciso ter cuidado
    Pra mais tarde não sofrer
    É preciso saber viver

    Toda pedra do caminho
    Você pode retirar
    Numa flor que tem espinhos
    Você pode se arranhar
    Se o bem e o mal existem
    Você pode escolher
    É preciso saber viver

    É preciso saber viver
    É preciso saber viver
    É preciso saber viver
    Saber viver, saber viver!





     

     

     



    Categoria: religiosidade
    Escrito por edimeli às 20h08
    [] [envie esta mensagem
    ] []



     
      [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]