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    ao telefone

     

     

    Alô, vó Dite!!!

    Meu filho tem estado ausente de notícias.

    Já há uns 2 finais de semana que não dá o ar da graça.

    Hoje me surpreendi com ele ao telefone.

    Claro que não deixei de dar o “puxão de orelha” à distância.

    A justificativa eu já conhecia. Mas eu precisava soltar o meu “veneno” de mãe, porque mãe que é mãe, cobra...sempre.

    Como eu previra, a explicação foi que a estação outono/inverno alemã, está principiando lá. Então é preciso aproveitar bem o tempo bom que antecede esse período. Porque o inverno lá é muito rigoroso, a abstinência do sol parece interminável...

    Urge aproveitar o tempo com passeios de montão, curtindo os últimos prazeres que o sol de verão proporciona. Haja fôlego para tanto passeio!

    Minhas netas agradecem. E depois, quando lá estiver já bem frio, eles todos estarão curtindo o verão por aqui, em casa dos avós. Uma expectativa total nessa espera...

    Tenho vídeos delas brincando na neve na porta da casa. Parecem esquimós no Polo Norte. Somente o nariz e as bochechas de fora.

    Fico pensando se eu suportaria um frio assim tão intenso!. Acho que viraria picolé....

    E, sabem da novidade?

    Ao longe ouvi uns gritinhos. Era Rafaelinha, minha neta caçula, a danadinha precoce no caminhar e atrasada no falar. Já completou 2 aninhos. E a fala … continua. na lentidão.......

    Mas hoje, o papai chamou: Venha falar oi prá vovó.

    E não é que a preguiçosinha falou:

    --Alô, vó Dite...claramente.

    Meu coração quase pula do peito de tanta emoção....

     

     

     



    Categoria: relações afetivas
    Escrito por edimeli às 19h29
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    solidão

     

     

    Solidão... uma questão de opção

    Madrugada de sábado! Calorenta e abafada, após uma chuva torrencial que desabou na noite de ontem. Chuva forte castigando a terra! Vento açoitante! Raios, trovões, enxurradas arrastando tudo, entupindo bueiros.... Dificuldade prá chegar em casa..

    .Com a chuva, uma queda brusca de temperatura. Mas agora tudo já voltou ao normal. Depois da chuva, a calmaria reinante! Até a temperatura já normalizou. São as estações do ano se fazendo presentes de forma simultânea e surpreendente em todas as horas do dia. Coisas do clima... coisas da mãe natureza...

    Deve ter acontecido algum acidente com a rede de energia elétrica, porque o blackout foi geral. Me obriguei a dormir mais cedo, contrariada com o apagão que me obrigou a perder o climax do capítulo da novela “Passione”. Fazer o quê...imprevistos acontecem....

    A eletricidade só voltou a funcionar agora de madrugada. Durante a noite quis levantar-me para ir até a cozinha e me vi impedida pela escuridão total, impenetrável....

    Desperto suavemente e me deparo com a luz acesa. Um silêncio profundo, absoluto, reina neste momento.

    Apenas o tic tac do relógio se faz audível. Ao longe eventualmente o ronco de um ou outro carro. Distante, o latir de um cão. Posso ouvir minha respiração.

    Gosto desse momento. Único, insubstituível. Gostar de minha própria companhia faz parte de mim.

    Gosto de me sentir assim, só, comigo mesma. Prazer bizarro, podem dizer uns. Às vezes uma boa leitura me acompanha, ou um bom filme. Na ausência desses, um bom programa de TV. Pela madrugada costumo encontrar alguns...

    É a solidão por opção. Ou será imposição?

    Opção, realmente, concluo. Se assim não fosse já teria me rebelado contra ela. Ou será que sou assim pacata, conformada com o que a vida oferece?... Incapaz de lutar?...

    Enquanto não decido, continuo aqui, quieta, recolhida comigo mesma. Penso...reflito...fantasio... me transporto...

    Sou obstinada! Quero essa solidão! Aprecio esta solidão!

    É ela que me move...me inspira...

    Até que ponto isso é saudável?

    Enquanto isso a luz do dia chega removendo os últimos resquícios da escuridão...

     

     

     



    Categoria: cronicas
    Escrito por edimeli às 14h14
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    dia do professor

     

    Dia do professor, vamos comemorar?....

    A caminho do encontra catequético, duas pré adolescentes me acompanhavam.

    Conversavam animadamente e em determinado momento o assunto fluiu para o ambiente escolar, espaço que ambas dominam muito bem.

    Entre elas eu as ouvia e quando julgava necessário interpelava e tomava parte na conversa.

    Em determinado momento fiquei só a ouvir os relatos. Situações de indisciplina e desrespeito total com o professor. Alguns até choram ao se sentirem assim impotentes e frágeis diante da classe.

    Brincadeiras bizarras que preparam para surpreender o professor após os intervalos , a chacota a que muitos são expostos.. São tantos os absurdos que acontecem no ambiente escolar que me impressionaram.

    Vemos as notícias pelos noticiários de TV e imaginamos que este tipo de violência só acontece nos grandes centros, nas escolas de periferia...quando elas estão acontecendo bem próximas de nós.

    No ano passado, durante a Campanha da Fraternidade fiz parte de um grupo encarregado de fazer palestras nas escolas levando temas para reflexão sobre a responsabilidade pessoal de cada um diante do problema da violência e como estabelecer a cultura da paz.

    Foi uma experiência lastimável. O diácono que nos acompanhava ficou boquiaberto diante do comportamento desrespeitoso dos alunos. Foi uma semana inteira em que precisamos nos munir de muita coragem e persistência para enfrentar o descaso e cinismo das classes. Muitas vezes nos sentíamos perfeitos idiotas tentando fazer chegar algo positivo para quem não estava nem um pouco interessado.

    E onde foi que tudo começou? nos perguntamos. A escola culpa a família. A família culpa a escola. E parece que nenhuma dessas instituições tem uma solução satisfatória.

    Esta rebeldia e inconformismo natural da adolescência precisa ser canalizada para atividades significativas, que envolva o adolescente em participação de programas solidários que rompam a barreira do individualismo e façam com que ele se sinta parte de uma comunidade maior. Não podemos deixar que eles acreditem que o mundo é feito de corrupção e violência, e que nele só os valentões e os espertalhões levam vantagens. Para lutar contra a paralisia e o cinismo de que tanto nos queixamos, não há momento mais propício que a adolescência. Não há espaço mais adequado do que a escola. Afinal é dentre os alunos que sairão os políticos e empresários da próxima geração. É dali que sairão a maior parte das autoridades e líderes que comandarão o país.”(Lídia Aratangy- Psicóloga)


    Depois de constatar através das pré adolescentes a triste realidade do ambiente escolar de que fazem parte, indaguei se gostariam de ser professoras um dia.

    A resposta? Adivinhem se puder... Um olhar assustado e incrédulo revelam a aversão pela profissão um dia tão respeitada e valorizada. Já vão longe os tempos em que o professor era respeitado e valorizado por pais e alunos. Uma profissão que hoje já não mais é capaz de despertar vocações.

    Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte ainda resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.

    Que esta data sirva para que todos, pais , alunos, sociedade repensemos nossos papéis e nossas atitudes diante da educação que queremos. Ao estado fica o dever de olhar com mais seriedade e responsabilidade para a educação de nossos jovens, os futuros construtores de nosso país.

    Aos professores, aqueles que ainda tem um ideal, que não desanimem e continuem na sua bela, mas difícil arte de ensinar.

    Temos pouco a comemorar, mas... parabéns a todos!...


    A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda”. (Paulo Freire)

     

     

     



    Escrito por edimeli às 18h49
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    dia da criança

     

     

    Dia das Crianças e o apelo comercial


     

     

    Poderia começar dizendo que dia das crianças são todos os dias. Mas prefiro não cair neste conchavo.

    Parto do princípio que uma vez tendo no calendário um dia em que se comemora: mães, pais, avós, etc, etc... então porque não também um dia reservado para a criança.

    Afinal não são as crianças “os homens de amanhã”, ou o “futuro da humanidade”? Nada mais justo que se dispense a ela também uma data especial. Homenagem merecidíssima.

    A infância, uma etapa da vida em que temos a pedra bruta na mão e vamos lapidá-la, fazendo de nossas crianças verdadeiros cidadãos com potencial suficiente para exercer uma cidadania responsável. E é na família que essa formação começa desde muito cedo, através de uma educação baseada no amor, carinho, respeito e tempo para ela.

    Sei e concordo perfeitamente que criança gosta de ganhar presente. Principalmente se for brinquedo. E o comércio se aproveita disso... Sabe perfeitamente o poder que a criança tem para induzir o adulto a comprar.

    E esse apelo consumista é revoltante. Culmina com a correria dos pais às lojas , ansiosos por atender mais uma exigência do filho.

    Mais uma vez a consciência do “ter” prepondera.. É o apelo constante para que as crianças tenham cada vez mais e mais brinquedos que provavelmente amanhã já não serão mais interessantes. Porque há sempre novidades. E o novo de hoje já será ultrapassado amanhã.

    Levar a criança a uma conscientização da real necessidade do bem em questão seria ótima ideia que poderia trazer resultados positivos mesmo que a longo prazo. Levar a criança a cogitar sobre a possibilidade da troca do presente por algo mais educativo e que acrescente alguma coisa á sua vida Brincar é preciso. Faz parte do desenvolvimento , da socialização da criança. Mas há várias outras formas de brincar não tão dispendiosas, e que melhor educam .

    Fico pensando no “outro lado”. Um número expressivo de crianças a quem é negado até o que lhe é de direito: escolaridade, alimentação digna, lazer, saúde, moradia, etc...Como será o dia da criança para ela? Que significado terá?

    Muitos países comemoram o Dia das Crianças em 20 de novembro, data em que a ONU reconhece como o Dia Universal das Crianças, pois nesta data também foi aprovada a Declaração Universal dos Direitos da Criança. Uma ideia que talvez mudasse essa cultura consumista e se repensasse os direitos da criança.


    Todo dia é dia da criança “SER FELIZ”


    Curiosidades

    Quer saber como surgiu o dia das crianças?  Leia abaixo:

     
    A história do Dia das Crianças
     
    ......O Dia das Crianças no Brasil foi criado por um político, na década de 1920. O Deputado Federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças. Os deputados aprovaram a idéia e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, através do Decreto nº4.867, de 5 de novembro de 1924.
    ......Mas, somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela decidiu fazer uma promoção em conjunto com a Johnson & Johnson, para aumentar suas vendas, lançando a "Semana do Bebê Robusto", é que a data passou a ser comemorada.
    ......A estratégia deu tão certo, que desde então o dia das Crianças passou a ser comemorado com muitos presentes!
    ......Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança para aumentar as vendas.
    ......No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto. Só a partir dai o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

     

     



    Categoria: notícias da mídia
    Escrito por edimeli às 23h07
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    O povo e a fé


    A fé do povo é um assunto que me comove, me intriga e me fascina.

    É o diálogo do povo com o sagrado .

    Se traduz na simplicidade de um povo que se fortalece no mistério entre o concreto e o imaterial.

    Fé que cura e conforta, alivia sofrimentos, dá esperança a desesperançados.

    Fé que não mede distâncias, não mede sacrifícios, extrapola limites e leva até ao suplício.

    Fé, que se revela na certeza das coisas que se esperam, na convicção dos fatos que não se veem.

    Fé, que leva o romeiro todo ano à Aparecida, a se sentir confortado no colo da Padroeira.

    Uma fé que não se explica, privilégio daqueles que não buscam explicações no inexplicável.

    Apenas confiam...

    O olhar em êxtase, muitas vezes banhado de lágrimas, coração contrito em oração, lábios que balbuciam preces, passos cansados que acompanham a procissão é a manifestação do romeiro pela promessa cumprida, a graça alcançada, a esperança do que ainda não se consumou....

    É a manifestação concreta da fé numa linguagem simples e espontânea e que tem a marca de cada um em seu momento de dor, angústia, fé, esperança e amor.

    A pequenina imagem de Nossa Senhora é o símbolo de identificação e união do povo católico que não mede obstáculos para demonstrar sua fé e gratidão àquela que sempre o socorre e nunca abandona o filho querido.

    É a certeza de que a Padroeira não o abandona na caminhada dessa vida desregrada.

    É a fé na Padroeira que se traduz numa só palavra: Esperança....

     


     

    Enquanto escrevo, o alto falante da matriz entoa:

    ♫♫

    Estendei o vosso olhar

    sobre o chão de nossa vida

    Sobre nós e nosso lar/

    Virgem mãe Aparecida....

     

    É a população se preparando para o encerramento das festividades de Nossa Senhora Aparecida

    com procissão e missa festiva.

    Uma festa que aconteceu durante durante todo o mês de outubro com peregrinação da imagem da santa visitando as famílias com celebração da Santa Missa.

    É a Igreja alertando através do serviço de som , que é chegada a hora de se dirigir ao local do encontro para o início da procissão...A minha devoção, eu a cumpro aqui ao pé do leito de minha mãe enferma, que acabou de despertar e exige minha presença...

    O povo em massa,  acorre ao chamado.

    Não importa o frio intenso da manhã , não importa o vento gelado e cortante que castiga o rosto dos fiéis devotos.

     Eles parecem não sentir. Não querem sentir.... Este não é o momento para pequenas fraquezas, confortos desnecessários...

    O momento é sublime, é hora de louvar, agradecer pelas graças recebidas, pedir bênçãos....  expressar a sua fé....

    E a procissão segue em direção à Igreja.. .

     



    Categoria: religiosidade
    Escrito por edimeli às 12h51
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    projeto de lei antibullying

    A Câmara dos Deputados está analisando o Projeto de Lei 7457/10, da Deputada Sueli Vidigal (PDT-ES), que prevê a adoção de políticas públicas contra o bullying — ato de violência praticado com o objetivo de constranger ou humilhar a vítima — em escolas de educação infantil, públicas e privadas. A informação é da Agência Câmara.
     

     

    De acordo com a proposta, o principal objetivo do projeto é difundir conhecimento sobre essa prática de violência nos meios de comunicação e nas instituições de ensino, além de capacitar professores e equipes pedagógicas para diagnosticar e enfrentar o problema. O PL prevê também apoio técnico e psicológico para as crianças atingidas visando à recuperação da sua autoestima. Além disso, o texto propõe orientação aos familiares da vítima da violência.
     

     

    Segundo a Deputada Sueli Vidigal, o projeto propõe a criação de uma política que incentive a utilização de mecanismos alternativos, ao invés da punição, que permitam que os agressores sejam conscientizados de que devem respeitar os outros estudantes, contribuindo dessa maneira para um ambiente escolar de convívio fraterno. 

     

    O ponto central da proposta da Deputada Sueli Vidigal é o "combate e erradicação desse mal, que aflige epidemicamente as comunidades e conscientizar a sociedade desse grave e atual problema".  Ela chama atenção para a gravidade do problema, que causa medo, pânico, depressão e distúrbios psicossomáticos nas crianças, que geralmente evitam retornar à escola.
     

     

    Pelo projeto as instituições de ensino infantil serão obrigadas a manter histórico das ocorrências de prática de bullying em suas dependências. E todos os casos e as medidas tomadas deverão ser enviados periodicamente à respectiva secretaria estadual de Educação.
     

     

    O projeto terá análise conclusiva e precisará ser votado pelo Plenário Comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; Educação e Cultura; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

     




    Categoria: notícias da mídia
    Escrito por edimeli às 14h40
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    bullying

     

     

    Bullying...um grave problema


     

    Ultimamente temos recebido alertas através da mídia sobre um fenômeno antes considerado comum, mas que tem trazido consequências graves não só para os envolvidos, sendo que a longo prazo as consequências atingem também a sociedade como um todo e por isso tem chamado a atenção de estudiosos e educadores , principalmente.

    A psicóloga Lídia Aratangy esteve no programa “De frente com Gabi”, no SBT numa entrevista com Marília Gabriela para ajudar o telespectador a entender melhor o fenômeno tão evidente hoje em dia.

    Bullying é um problema antigo, mas gravíssimo, e é preciso cuidar dele.

    O termo inglês “Bullying” como verbo quer dizer tiranizar, amedrontar, intimidar, ameaçar. É atribuído quando ocorre situações em que um grupo se volta para alguém que tenha alguma característica que a difere das demais. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar o colega, como também risadinhas zombeteiras, fofocas, empurrões, qualquer outra situação que exponha o outro ao ridículo.

    O ambiente escolar favorece as “brincadeiras”. Ali convivem crianças e adolescentes com várias características. Algumas pouco sociáveis , com fraca capacidade de reação. As vítimas geralmente são as tímidas e retraídas. Não conseguem se defender. E isso faz com que a “brincadeira” se fortaleça. Aqui a psicóloga faz um alerta: “É preciso que se faça a distinção entre uma brincadeira aceitável e uma agressão. “Brincadeira” é quando todos se divertem. Se apenas uma parte se diverte, deixa de ser “brincadeira” e passa a ser violência, porque brincadeiras não magoam. O apelido pode parecer inofensivo, mas que pode ter sérias consequências futuras.”

    Há casos em que o professor colabora, acentuando a provocação. Na minha época escolar, quando ainda a intimidação não tinha esse nome (bullying), presenciei muito disso. Muitas vezes o próprio professor expunha o aluno ao ridículo e à zombaria da classe.

    O resultado era um aluno encolhido na última carteira ou isolado no recreio, evitando ao máximo a participação ativa nas aulas por temor às chacotas.

    Essas formas de agressão intencionais e repetitivas são traumáticas e acabam por levar a vítima à depressão, angústia e baixa auto estima. Casos mais sérios levam ao isolamento e até ao suicídio, afirma a psicóloga.

    Mesmo com tanta informação, o bullying faz parte do cotidiano das escolas e é muitas vezes ignorado, o que não pode continuar acontecendo.

    Em tempos em que a internet é uma realidade na vida dos jovens, é de fundamental importância discutir questões como “bullying” e “ciberbullying” (ameaças pela internet) , alertando-os para o perigo quer sejam vítimas ou agressores. É importante trabalhar o respeito e a socialização das crianças e adolescentes dentro do convívio escolar..

    Não só o professor , que não pode sozinho se responsabilizar , mas a escola toda, corpo docente e alunos, envolvendo também a família, todos devem se unir no sentido de não só refletir, aprender diagnosticar os sintomas do bullying,  como também promover atividades e situações que venham a coibir essa prática tão comum nas escolas.


    È bom saber...

     

    BULLYING é um problema tão sério que há na câmara um projeto de lei 7457/10 da deputada Sueli Vidigal que prevê adoção de política antibullying por escolas de educação infantil públicas ou privadas.

     

     

     

     

     



    Categoria: notícias da mídia
    Escrito por edimeli às 14h06
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