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    procrastinar

     

    Procrastinar...até que ponto é saudável

     

    Procrastinação está sendo a minha dificuldade ultimamente.

    Procrastinar no bom português nada mais é do que “deixar para depois o que se pode fazer agora”. “Deixar para amanhã o que se pode fazer hoje”. Ou “deixar para quando julgar oportuno”. É adiar até não poder mais, até estourar o tempo”. É empurrar com a barriga”.

    Procrastinar não quer dizer preguiça.

    Porque ninguém pode ser chamado de preguiçoso porque preferiu fazer outra atividade menos chata do que a planejada ou imposta. Enquanto você foge daquilo que considera “chato”, faz outras coisas não tão tediosas para você.

    Simplesmente quer dizer que você não quer naquele momento fazer aquela tarefa específica.

    Então, procrastinar pode ser resumido em substituir tarefas” não tão atraentes por outras que lhe atraiam mais.

    Pior é quando a tarefa “precisa” mesmo ser concluída. E a gente vai protelando. E as horas , os dias vão passando. Tudo parece ser mais atraente do que o foco empreendido. Ao final do dia bate aquela frustração, uma sensação de dia perdido, horas que se escoaram. Você realizou uma série de atividades, mas fugiu do foco...

    É preciso buscar bem lá no interior uma força sobre humana e na maioria das vezes consigo vencer o ato de procrastinar. Sinto-me vitoriosa ao conseguir “vencer as pequenas tentações” que me desviam do meu foco. .

    Considere “pequenas tentações, como ler um bom livro, aquela revista atraente e até fazer compras, ou ir para o computador atualizar o blogue, descobrir outros, visitar blogueiros amigos, moderar comentários, digitar um texto, verificar email, salvar fotos, etc, etc...

    Ah, e aquelas ideias fresquinhas par o tal post... Preciso escrever agora, senão foge a inspiração...

    Então, quando consigo essa proeza de fugir desses pequenos ardis, ao ver o resultado final do trabalho retomado, o prazer é tão grande, que me animo.

    E falo comigo mesma: “Amanhã começo bem cedo. Veja o que consegui em tão poucas horas de trabalho contínuo, sério e responsável”.

    E então me sinto premiada em logo após o dever cumprido me ocupar em ler, ver TV ou me dirigir ao computador. Sem culpas...

    Aliás, uma das estratégias para fugir da procrastinação é se premiar. E eu me premio. A cada tarde “trabalhada”, um dia inteiro de “compensações”.   E assim sigo me premiando e... procrastinando....Um círculo vicioso!

    Dizem que procrastinar é próprio de quem tem muito tempo à sua disposição e não sabe administrá-lo bem.

    Pode ser também uma questão de perfeccionismo. O medo de não agradar, a insegurança, pode fazer com que seu cérebro tolha suas ações.

    Tempo eu tenho de sobra, reconheço. Mas não sou improdutiva.

    E acho que administro bem o meu tempo. Porque se não faço”aquela tarefa que pode ser feita amanhã”, não estou ociosa. Substituo-a por outra. Porque meu planejamento é flexível. Concoooorda?

    Peeeerfeccionista, eu?!! Bem, vou admitir...Acho que sou sim. Estou sempre tentando me superar. Sempre acho que tenho algo a aprender. A fazer melhor. E isso não é positivo?

    Lendo sobre o assunto, descobri que procrastinar muito, pode ser sinal de alguma desordem psicológica. Pode levar ao stress.

    Sabe como é: culpa pelas tarefas inacabadas, o dia perdido, frustrações, baixa auto estima...Casos há em que a ajuda de um terapeuta é aconselhável.

    Tanta coisa prá fazer, trabalhos inacabados, projetos pendurados,...E o tempo escoando...e ainda vou ter que procurar um Psicólogo?.. Não tenho tempo ...

    Vou procrastinar isso também... Deixo prá depois.

    Eu hein ! Sorte a minha, que me comando, faço os meus horários. Escolho o que quero fazer, sem cobranças alheias...

    Está faltando só um pouquinho de organização, melhor administração do tempo. estabelecer prioridades...

    E isso juro que vou conseguir...

    Nem que seja no próximo ano...

    Ooops...já estou eu procrastinando de novo...



     



    Escrito por edimeli às 08h52
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    violência

     

    O que motivou o ataque a jovens na Avenida Paulista?

     

    A violência praticada por jovens continua acontecendo. A sociedade estarrecida diante da barbaridade dos fatos quer uma resposta. Quer solução. Quer justiça!

    E se pergunta: porquê? O que leva esses jovens na maioria das vezes estudantes de classe média alta a se envolverem em episódios assim? Que raiva é essa que leva a esse gesto covarde de violência? Onde estão seus princípios de civilidade?

    As imagens da agressão, divulgadas pela mídia são reveladoras. Falam por si só.

    Mostram o momento de uma agressão vergonhosa, covarde. Sem razão justificável.

    Uma vergonhosa discriminação, um preconceito arraigado , que traz consequências sérias.

    Num passado não muito distante, episódios semelhantes chocaram a sociedade. E sempre episódios protagonizados por esse tipo de jovens inconsequentes, motivados por preconceito.

    Quem não se lembra do caso ocorrido em 97, com o índio pataxó, Galdino dos Santos? Enquanto dormia num ponto de ônibus em Brasília, foi queimado vivo. Teve o corpo em chamas provocado por ateamento de álcool.

    Os autores da façanha? 5 jovens de classe média alta.

    O motivo? Desprezível, vergonhoso... Pensaram que fosse um morador de rua, um mendigo...

    Chamou a atenção também, há uns três anos atrás, o caso da doméstica Sirley Dias. Enquanto esperava o ônibus, numa madrugada, foi abordada por 5 jovens que a agrediram covardemente e a roubaram.

    O motivo? Também intolerância, preconceito. Pensaram que fosse uma prostituta...

    Também o caso Rafael Mascarenhas chamou a atenção. Mostrou um pai conivente com a atitude irresponsável do filho ao tentar vergonhosamente subornar o guarda. Um pai tentando minimizar o problema, ensinando ao filho como se faz para fugir da responsabilidade.

    Normalmente os pais desses agressores são pegos de surpresa quando veem seus filhos envolvidos nesse tipo de violência.

    Porque os filhos supostamente bem orientados perdem a noção de civilidade ao se envolverem em grupos?

    Seria influência de más companhias que os levam a ter esse tipo de comportamento estúpido?

    Ou estaria também faltando mais a participação direta dos pais na vida dos filhos? Um envolvimento maior dos filhos com a família? Estariam sendo os pais muito permissivos, não se comportando como modelos a serem imitados? Não tendo um tempo de convivência exemplar?

    Não quero ser juiz de ninguém. Apenas como cidadã, me faço as mesmas perguntas. Nossa sociedade está doente e urge procurar caminhos para uma mudança, uma transformação.

    Uma releitura da família precisa ser feita urgentemente.

    Valores como respeito e amor ao próximo precisam tomar o lugar da intolerância que está virando regra.

     



    Categoria: notícias da mídia
    Escrito por edimeli às 17h48
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    e o sol brilhará

     

    E o sol voltará a brilhar

     

    Tem dias que a gente sem quê nem porquê está assim soturno...sorumbático... introspectivo...

    O dia tem um ar lúgubre, nada parece ter graça. Nada parece nos atrair. Uma sensação desagradável, uma angústia que aparece de uma hora para outra, sem um motivo aparente ou uma causa específica..

    Num momento tudo parece correr bem. De repente bate aquela angústia, aquela insatisfação.

    Basta um pequeno acontecimento negativo e descobrimos que dentro de nós algo não vai bem.

    Acontecimentos que eram para levantar nossa auto estima, num piscar de olhos passam a não ter mais razão de ser. Inexplicavelmente nos deprimem. E ficamos ali, sorumbáticos, momentaneamente impassíveis, indecisos, procurando respostas.

    Um pequeno desconforto físico pode ser o suficiente para nos deprimir. Dores emocionais ou psicológicas, muitas vezes recalcadas, costumam vir à tona culminados com esses momentos de desconforto físico.

    É sempre assim. Pensamos que não sabemos o que nos incomoda. Relutamos. Mas no fundo sabemos sim. Podemos não saber identificar exatamente qual : são frustrações, decepções, dificuldades emocionais presas em nosso íntimo, que de repente vem à superfície sem pedir licença.

    Sempre achamos que somos uma fortaleza, inatingíveis e intransponíveis. Mas na verdade não passamos de simples castelos de areia, suscetíveis ao vento. O menor acontecimento nos desmorona.

    E então descobrimos, ao menor desconforto, que não passamos de eternas crianças carentes em busca de um colo ou de um afago. “Ninguém nunca crescerá tanto que não precisará mais de uma mão amiga a afagar seu coração”, diz Pe. Léo em seu livro Saborear a vida.

    Rebater a tristeza, espantar o baixo astral, recorrer a pensamentos positivos, procurar um amigo podem ser possibilidades de soluções. Mas , muitas vezes a debilidade emocional é tamanha, que é justamente nesses momentos que nosso coração vai rebuscar marcas negativas de afetos mal resolvidos, atritos familiares, insucessos...E a crise depressiva aumenta.

    É a vida ensinando que temos nossas potencialidades, mas também limitações

    E estes momentos de introspecção precisam ser respeitados por nós mesmos. Recolher-se, ficar a sós consigo mesmo não pode se tornar uma constante. Mas o tempo suficiente para refletir e se convencer de que amanhã o sol voltará a brilhar. É apenas uma fase, um momento de fragilidade...

    Como diz a canção de Renato Russo: “mas é claro que o sol vai voltar amanhã, mais uma vez..”

     



    Categoria: relações afetivas
    Escrito por edimeli às 17h15
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