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    busca incessante

     

    Busca incessante

    Ouvindo um geriatra numa entrevista sobre qualidade de vida na 3ª idade, chamou-me a atenção a frase: “Uma pessoa ao levantar-se deve ter em mente o que vai fazer. Ficar na cama rolando e adiando o momento de se levantar porque não sabe o que vai fazer e indagando: Levantar prá quê?” indica que já teve morte social.”

    Nossa vida precisa ser injetada de ânimo. Na 3ª idade o problema se agrava. Na condição de aposentados, os horários ficam mais flexíveis. Já não há mais obrigatoriedade de horários rígidos . Sobra muito tempo que deve ser usado com criatividade para não correr o risco de cair numa ociosidade perigosa.

    Terceira idade foi o termo que inventaram para substituir com suavidade a palavra “velhice”. Uma vez que já passamos pelas etapas desde a infantil, adolescência e fase adulta, então, a próxima etapa só pode ser mesmo a “velhice.”

    Terceira idade, meia idade, melhor idade... deem o nome que quiserem. O fato é que qualquer que seja ele, significa “envelhecer”.

    Bem, mas o que o médico quis dizer com “morte social” é que nesta fase delicada da vida que é o envelhecimento, temos que procurar nos manter em constante atividade.

    Então eu fico pensando em como nossa vida toda é direcionada numa busca incessante de tudo, desde muito cedo.

    Quando crianças é o desejo intenso de se tornar adulto. Já adultos, buscamos o sucesso profissional, constituir uma bonita família com filhos inteligentes e bem encaminhados.

    E agora, digo eu, na famigerada 3ª idade é essa busca incessante pelo “bem envelhecer”. Sim, porque o que os idosos buscam não é a perdida juventude. Porque isso seria impossível, apesar de todos os recursos cirúrgicos oferecidos pela medicina e outras técnicas de rejuvenescimento.

    Por mais que cuidemos de nosso corpo ele se deteriorará , seja de forma mais lenta ou rapidamente. As complicações de saúde próprias da idade também não marcam hora . E é preciso estar com um bom condicionamento físico e alimentação saudável e equilibrada para bem conviver com elas. Se possível driblá-las.

    É comum hoje em dia visualizar praças e academias repletas de idosos em busca desse “envelhecer bem e com qualidade de vida”. Uma realidade diferente da que tínhamos até há pouco tempo. A população está consciente de seu envelhecimento e se mostra disposta a enfrentar essa fase com coragem e otimismo.

    Com os avanços da medicina a expectativa de vida da população mundial aumenta a cada dia. Não basta viver mais. É preciso melhorar a qualidade de vida do idoso. É acrescentar “vida aos anos”, proporcionando autonomia para as atividades da vida diária.

    Leitor amigo, mas toda essa busca incessante pelo “bem envelhecer” às vezes dá uma trabalheira danada. É preciso muita garra, determinação e disciplina para levar avante um programa de atividades físicas. Porque da mesma maneira que o corpo responde positivamente às atividades diárias feitas com responsabilidade, também responde negativamente e bem rápido ao sedentarismo.

    Portanto não convém relaxar nos programas. Os resultados podem não chegar.

    E quanto à alimentação, claro, exige alguns pequenos sacrifícios. Mas nada que seja impossível de realizar. O que manda é “se gostar”, “querer ficar bem”.

    E cá estou eu a desfrutar dessa saudável atividade mental.

    Escrevo sobre um assunto que para muitos pode não ser novidade, mas que me estimula, mantém minha mente ágil e com as ideias coordenadas. Me obriga a raciocinar, a ficar atenta e até a pesquisar se preciso for.

    Assim, através dessa e outras atividades procuro manter meu cérebro ativo e livre das doenças degenerativas .

    Tudo numa busca incessante por não entorpecer os membros...as juntas... e muito menos a mente.



    Escrito por edimeli às 22h38
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    Negiligência ou fatalidade

     

    Negligência ou Fatalidade?

     

    E já que estou falando em crianças, um outro assunto envolvendo criança chamou minha atenção esta semana.

      Trata-se do afogamento da menina Daniela em Brasília.

     Daniela tinha apenas 2 aninhos. Uma vida desabrochando.

    Estava no seu 2º dia de aula de natação.

    Segundo o noticiário, cinco monitores vigiavam  as 10 crianças na piscina.

    Um pequeno descuido e quando perceberam a pequena que passara a piscina maior já tinha se afogado.

    Os pais dos alunos estão divididos. Alguns dizem que sempre confiaram nos monitores. Que os mesmos são atenciosos e competentes.

    E que foi uma fatalidade Outros já acusam a escola de negligência.

     Negligência ou fatalidade?

     O fato é que alguns minutos de desatenção e uma vida que apenas se iniciava foi tirada.

     O que vem provar que com criança todo cuidado é pouco. A vigilância deve ser constante.

     Criança não tem noção do perigo. Qualquer distração pode ser fatal.

     E era uma vez uma criança...






     

     



    Categoria: notícias da mídia
    Escrito por edimeli às 21h21
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    a criança e a proteção dos adultos

     

    A criança e a proteção dos adultos

     

    Um dia desses ao descer do carro no estacionamento do supermercado, de longe avistei seu rostinho infantil.

    Assim que me viu abriu um largo sorriso. Os grandes olhos inconfundíveis me olhando fixamente.

    O reconhecimento foi recíproco. Eu jamais esqueceria aquele sorriso tímido, aqueles grandes olhos sugerindo um afago. Ela por certo se lembrou da catequista por vezes tão insistente que vivia cobrando sua presença nos encontros catequéticos.

    Era Lize, minha ex catequisanda. Já falei dela aqui.

    Não sei bem explicar porquê, sempre que a vejo me sinto tocada interiormente. Uma vontade enorme de protegê-la, de trazê-la prá casa e fazê-la sentir-se segura e amada.

    Olho para ela e vejo naquele olhar tímido e fugidio , no sorriso triste a desesperança. Como se todos os prazeres e sonhos infantis lhe houvessem sido roubados.

    Mas mesmo que tivesse todos os prazeres infantis e nada lhe faltasse, ainda lhe faltaria o que julgo ser o seu maior sonho: ter a mãe por perto e poder desfrutar de seu amor.

    Ela deve sentir-se tão só entre os irmãos mais velhos e tendo pouco contato com o pai que sai para o trabalho muito cedo e só retorna pela noitinha.

    E criança precisa sentir-se protegida. Precisa saber que estão cuidando dela, que a amam, se preocupam com ela e que pode confiar neles.

    Deve ser triste para ela não ter a presença materna, um olhar de mãe que supervisione seus horários, sua alimentação, sua higiene, suas brincadeiras...

    A avó está encarregada desses cuidados, mas tem um aspecto tão cansado, já desgastada pela idade e pelos percalços da vida. Por mais que se esforce a tarefa pode deixar a desejar. E depois, nada substitui o olhar e o carinho da mãe, embora seja louvável a atitude da avó.

    Criança não precisa só que lavem sua roupa ou façam a sua comida. Envolvê-la numa aura permanente de amor e proteção com palavras e gestos de carinho farão com que se sinta verdadeiramente amada e protegida.

    Lize frequentou os encontros catequéticos comigo apenas por um semestre. Ainda assim com muitas faltas. As poucas vezes em que compareceu eu me encarreguei de ir lembrá-la em casa.

    Uma vez falei com a avó que se mostrou compreensiva e naquela semana a enviou ao encontro. Depois, nunca mais. Infelizmente ela não pode fazer parte da grande festa da Eucaristia, juntamente com seus coleguinhas.

    Nesse nosso rápido encontro eu a indaguei se iria frequentar a catequese este ano. Ela não soube responder. Apenas olhou-me com seus grandes olhos interrogativos.

    Senti interesse neles, mas se os ditos responsáveis por ela não tomarem a iniciativa, com certeza ela ficará de fora também neste ano.



    Categoria: relações afetivas
    Escrito por edimeli às 20h42
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    assuntos pós viagem

     

     

    Assuntos pós viagem


    Estando fora de circulação por alguns dias, eis que retorno ansiosa por caminhar pelas vielas deste mundo virtual.

    Neste momento, sentando-me para escrever, imagino-me caminhando pelas ruas e calçadas próximas de suas casas na expectativa de encontrar um rosto amigo. E, oportunamente, parar num café , permanecer ali alguns momentos tranquilamente, e deixar a conversa rolar.... trocar ideias, ouvir opiniões, saber e contar as novidades.

    E pensando na conversa que teríamos, certamente eu iria dizer de minhas impressões sobre esta última viagem a Goiânia.

    Uma viagem que pretendia ser mais tranquila e menos estressante e cansativa que a viagem de ônibus que sempre faço.

    Apesar da conexão que se faz em São Paulo, a duração da viagem por via aérea fica reduzida a 1/3 do tempo. Mas o que se ganha em tempo, perde-se nos transtornos e tumultos nos aeroportos.

    Não tenho fobia em andar de avião, mas sempre penso em como nos tornamos vulneráveis durante um voo. É um momento em que não estamos mais no controle de nossas ações. Obedecemos a comandos de vozes pelo alto falante ou telões. E seja o que Deus quiser...

    Procuro não ter pensamentos negativos. Afinal depois que se está lá em cima não há como retornar. Uma boa leitura ajuda a não ficar divagando.

    Mas o inconveniente maior desse trajeto é que o aeroporto de origem da viagem fica a duas horas e meia de minha casa. O que acaba acrescentando em horas no total da viagem.

    O fato de ter que deixar o carro em estacionamento aberto e sem proteção no dito aeroporto de Bauru, também acabou pesando em questão de tranquilidade. O passeio acabou ficando um pouco prejudicado em razão dessa pequena preocupação. Considerei uma imprudência ter tomado essa atitude. Mas não havia outra opção mais viável.

    Somando todos esses quesitos, até agora não consegui dimensionar vantagens e desvantagens dessa viagem tumultuada. Ainda preciso colocar os pingos nos iis.

    Mas o fato é que dificuldades à parte , os dias que passei na companhia de minha filha e meu netinho Lucas, ainda nascituro, foram muito agradáveis. Estão longe os dias de desconforto e mal estar que tanto debilitaram a jovem mamãe. Agora a preocupação é o enxoval do bebê, que deve ser preparado com muito carinho além de bom gosto.

    Juntas aproveitamos as tardes para mergulhar no mundo colorido dos bebês, visitando várias lojas de decoração e de enxovais.

    Sábado à tarde foi a vez da Feira da Lua, localizada na praça Tamandaré.

    Mais de 1000 barracas compõem a feira que apresentam variados itens de moda, desde a casual até roupas de festas. Uma feira que atrai não só as pessoas da região, como também grande número de turistas Compõe a feira uma infinidade de estilos visando agradar a variados públicos.

    No quesito “bebês”, a diversidade de peças é imensa. É cansativo, mas gratificante caminhar por entre as barracas que revelam surpresas àqueles mais observadores. Há recônditos que escondem preciosidades.

    Tendo bom gosto e fazendo uma boa seleção é possível garimpar preciosidades por um preço bem accessível.

    De todas essas minhas andanças, uma coisa me chamou a atenção. Diferente aqui da minha região, as peças artesanais cuidadosamente elaboradas por mãos habilidosas perderam o lugar para as peças industrializadas. O forte é a tecnologia das máquinas bordadeiras.

    Senti falta do bordado manual, da pintura, do crochê... coisas que nós paulistas ainda valorizamos.

    E as fraldinhas tão bem acabadas em crochê que fiz com tanto carinho, acabaram quase que perdendo o brilho diante de tanta industrialização...

    É...o crochê da vovó corre o risco de ficar esquecido... São os novos tempos... a era da tecnologia...

     



    Categoria: viagem
    Escrito por edimeli às 00h24
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