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    refletindo sobre a tristeza

     

    Refletindo sobre a tristeza

     

    Triste é conviver com a tristeza.

    Dessa tristeza que corrói a alma, tira a alegria da vida.

    Uma tristeza potencializada pela dúvida de que se poderia ter feito algo que mudasse o rumo das coisas.

    Ou seria mesmo a vida preparando suas ciladas?

    Seria a aflição, a angústia , o sofrimento um destino inevitável? Haveria como mudar o destino?

    Não, ser triste não pode ser opção... As circunstâncias é que acabam por assim conduzir.

    Nada mais triste do que ser triste. Ter que se. conformar com o que gostaria que fosse de outro jeito. Ter um olhar sempre sombrio para as alegrias naturais da vida.

    Quando a tristeza é muita, melhor é se recolher. Fugir das aglomerações. Esperar tudo passar.

    As relações sociais ficam comprometidas. Os amigos somem. Porque a tristeza espanta... afasta as pessoas .

    As relações afetivas com familiares também perdem, com o isolamento causado pela tristeza.

    E quem quer a companhia de alguém casmurro, sorumbático, de difícil comunicação?

    A alegria é que contagia, aproxima as pessoas. Estreita laços de afetividade.

    O destino do triste é mesmo triste. É aprender a conviver com a solidão. É ter como companheira as longas noites insones. É ver as lágrimas emudecerem, de tanto que a tristeza corrói.

    Grande é o poder da tristeza. Quando chega ao ponto de secar as lágrimas, então já se tornou crônica. Permanece apenas uma aura triste. Infinita.

    Tenta-se enganá-la ás vezes. Fingir que não está triste. Dar um arremedo de sorriso. Fazer o jogo do contente.

    Mas, de repente ela salta traiçoeira, feito animal selvagem que fica sempre à espreita nesta grande selva da vida.

    O triste não pode ser responsabilizado por ser triste. Considero que seja mais uma vítima das armadilhas do destino.

    Levam sua vida como qualquer outro. Apenas uma vida sem alarde, uma vida mais reclusa. Também tem sonhos, realizam projetos, fazem planos para o futuro.

    No seu íntimo a esperança de um dia não ser mais triste.

    A esperança de que o destino mude, traga algo que devolva a alegria de viver.



     



    Escrito por edimeli às 17h28
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    Uma bengala esquecida

     

     

    Uma bengala esquecida...


    Domingo pós Natal. Missa da manhã. Postei-me num dos primeiros bancos da lateral da igreja.

    De relance, meus olhos se depararam com uma bengala. Estava colocada cuidadosamente embaixo do banco do corredor lateral. Jazia ali esquecida, à espera do usuário distraído que ali a esquecera.

    O fato levou-me a refletir: “Bengalas são objetos indispensáveis a determinadas pessoas. Ajudam na locomoção. Porque estaria ali aquela bengala abandonada?

    Em outros tempos, segundo nos mostra a história da evolução de usos e costumes da humanidade, a bengala já foi objeto de status . Era um acessório de moda . Confirmavam o status social de seus proprietários que ostentavam elegância e também poder.

    Mas hoje só se usa em caso de extrema necessidade Deixou de ser um modismo. São objetos de utilidade ortopédica que proporcionam o equilíbrio ao caminhar.

    Então porque alguém esqueceria uma bengala na igreja?

    Não se dispensa assim uma bengala. Ela funciona como um membro sobressalente para quem a usa.

    Talvez, pensei, a pessoa tenha encontrado uma outra bengala mais confortável.

    Uma “bengala humana”, quem sabe. Uma “bengala humana” proporciona também carinho e aconchego, além do equilíbrio. E então a pessoa acabou esquecendo a “bengala objeto”.

    Fixando no significado simbólico das bengalas, fiquei a imaginar em como muitas vezes "as bengalas" se tornam inmprescindíveis em nossa vida. Em quantas “bengalas humanas” já nos apoiamos em nossa caminhada...

    Nossos pais... 1ºs professores... família...amigos...colegas de trabalho...

    Neles buscamos apoio, encontramos equilíbrio, firmeza, segurança.

    Sem a ajuda dessas “bengalas”, a caminhada teria sido mais difícil e talvez não chegaríamos a lugar algum.

    Outras vezes derrapamos sim. Porque confiamos demais nas “bengalas” e pouco no nosso potencial.

    Ficamos iludidos com a aparência das “bengalas”. Muitas de ar nobre e elegante, bem torneadas. Mas que no decorrer da caminhada se revelaram falsas e ilusórias.

    Mas a responsabilidade pela derrapada é sua, porque o passo é seu. Tropeços e quedas fazem parte da caminhada. E ninguém, a não ser você mesmo é responsável pela queda. Então, levante e prossiga. Confie mais em si mesmo.

    E quando for requisitado a servir de “bengala” para alguém, seja uma boa “bengala”. Passe firmeza e confiança. E não apenas o brilho ilusório das bengalas elegantes. Não seja uma falsa bengala, iludindo a quem precisa de seu apoio.

    Ter e Ser bengala! Eis a questão.

     

     



    Categoria: cronicas
    Escrito por edimeli às 15h09
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    divagações...

     

    Divagações...


    Hoje acordei num torpor só.

    Noite mal dormida. Insônia. Pensamentos soltos...

    Ao despertar, o sol já ia alto. Percebi pela claridade que já adentrara no quarto.

    Mas,  levantar!... Nada...uma prostração total.

    Queria ficar ali, quieta...sonolenta, usufruindo ao máximo aquele momento só meu. Envolta na penumbra do quarto, no meio silêncio... Esquecida de mim, esquecida da vida.

    Mas as atividades físicas rotineiras da manhã me esperavam.

    Não tem dias que é assim? Hoje não tenho ânimo para esteira e mais nada...

    Ontem, que chovia à cântaros, bem cedinho eu já estava lá pronta pro treino. Mas hoje nãaaoo... Hoje quero adiar ao máximo o momento de levantar...

    De repente um pensamento súbito: “Mas eu não quero ter “morte social”! Esse pensamento quase me tirou do torpor em que me encontrava..

    Então, hoje vou seguir o conselho da Ângela e vou à pé para a academia. Nada de carro. Afinal nem está chovendo... e tem um solzão lá fora me esperando. Talvez eu até arrisque uma pequena corrida, pensei ,lembrando da Ana, que corre todo dia...

         -Ana, saudades de tua página no blogue. Um dia, quem sabe, você volta. Ah, e aguardo o lançamento de seu livro. Deve estar bem adiantado, não?

    Ana tinha um blogue legal, mas interrompeu para se dedicar totalmente a escrever seu mais recente livro. Vai longe essa menina....

    Se pudesse retroceder no tempo, queria ter a jovialidade e o dinamismo dela.

    Repararam no que eu disse? “ a jovialidade dela e não “a juventude dela”. Porque o segredo é esse. Ter meia dois e manter um espírito jovem. Mas isso nem sempre é possível, porque a vida às vezes machuca. E a alegria se esconde, vai embora.

    Difícil driblar a tristeza. Mas a gente aprende a aceitar os desacertos da vida. Coloca num cantinho as mágoas sofridas e procura ir vivendo da melhor maneira possível.

    Outro dia o Emídio lá no seu blogue , ironizou sobre ter meia três e um corpinho de 20.

    Emídio é brincalhão. Vive a vida com paixão e possui um humor fora do comum. Aliás, o humor é sua marca registrada. Em tudo que escreve , coloca seu “tempero humorístico”.

    E concorda comigo que o grande desafio é manter uma mente de 20 num corpinho de meia três.

    Gente, mas como é difícil manter “mente sã em corpo são”!

    Mas eu estou correndo atrás. Sem neuras, sem querer regredir no tempo. Busco o prazer da mente calma e satisfeita, idéias claras e conexas, os benefícios do corpo saudável...

    E enquanto eu fico aqui divagando, as horas passam...

    Puxa!..Já é muito tarde! Hoje não dá mais!

    Amanhã corro atrás do prejuízo...

     

     


    "Toda parte do corpo se tornará sadia, bem desenvolvida e com envelhecimento lento se exercitadas; no entanto, se não forem exercitadas, tais partes se tornarão suscetíveis a doenças, deficientes no crescimento e envelhecerão precocemente".

    Hipócrates

     

     

     

     

     

     



    Escrito por edimeli às 18h47
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    a dor de cada um - 2ª parte- difícil recomeço

     

     

     

    A dor de cada um -2ª parte


    O difícil recomeço


    Na semana passada os noticiários voltaram a falar sobre a Região Serrana do Rio.

    Um mês após a maior catástrofe climática dos últimos tempos, ainda é difícil esquecer o sofrimento porque passaram.

    É o homem fragilizado e impotente diante da força da natureza que agora tenta recomeçar.

    A ordem é reconstruir. Tentar deixar o passado para trás e visualizar um presente com oportunidades para um futuro mais promissor.

    Aos poucos vão retornando à vida. Buscar forças até então desconhecidas mas que,nestes momentos de dificuldades, milagrosamente surgem.

    Escolas ainda permanecem fechadas. Há falta de água e luz. Há falta de tudo. Mas esperança não pode faltar....

    Muitos além das perdas materiais ainda perderam familiares, amigos, vizinhos...E o ser humano nunca está preparado para as perdas. Quer sejam elas a ruína de seu patrimônio material ou perdas humanas.

    Mas a vida precisa continuar. E então o sofrimento passa a ser um convite à renovação. É transformar o sofrimento em crescimento espiritual, em esperanças...

    Os motivos para desistir são infindáveis. Mas há exemplos de pessoas que transformam o sofrimento em uma experiência de estímulo e incentivo. Tornam-se um bom exemplo, motivando outros sofredores a reagir apesar da provação.

    É o aprendizado silencioso através das lágrimas e da dor que neste caso funciona como semente da vida.

    É a dor funcionando como mola propulsora impulsionando para uma mudança necessária de vida.

    Curioso como em casos assim a dor pode funcionar como combustível para a vida, uma força que obriga a olhar sempre para a frente com os olhos da esperança.

    É Deus se fazendo presente na DOR DE CADA UM



     

     



    Categoria: notícias da mídia
    Escrito por edimeli às 20h39
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    certezas e...incertezas

     

    Certezas e... incertezas


    Ela parou e pensou: “Há quanto tempo trilhava aquele caminho?”

    Um caminho de dúvidas, anseios, lágrimas...incertezas.

    Ou melhor, depois de trilhar há muito tempo a mesma estrada, agora o caminho tornou-se cheio de certezas...

    Certeza de que é o caminho errado. De que nada vai mudar...

    Certeza de sua fragilidade

    Certeza de sua impotência...

    Certeza de que continuará prisioneira do destino, fruto de sua própria escolha.

    Ah! Quisera mudar esse caminho... Encontrar novos rumos. Sentir a beleza da vida... O sol despontando não só no horizonte. Mas também dentro de si.

    Ela até que já tentou...mas retrocedeu. Teve medo.

    As incertezas do futuro à sua frente a assustaram. Sentiu-se desprotegida...

    Hoje sabe que as incertezas do futuro sucumbiram diante da certeza de que seu presente é que é assustador.

    Hoje também bateu a certeza de que aqui é que está desprotegida.

    E agora também tem a certeza de que sua vida continuará uma mentira. Um jogo de faz de conta:

    Faz de conta que está feliz

    Faz de conta que está contente

    Faz de conta que é auto suficiente

    Faz de conta que é forte

    Faz de conta que é capaz

    Faz de conta que está viva

    Mas por dentro está morta....



     



    Categoria: relações afetivas
    Escrito por edimeli às 17h49
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