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    Dar a outra face

     

     

    Dar a Outra Face


    Muitas vezes em nosso dia a dia, seja no trabalho ou mesmo se tratando de relações familiares, um impulso nos leva agir de forma descontrolada e movidos por uma raiva incontida somos impelidos à prática de atos destrutivos.

    Difícil não reagir diante de uma situação de insulto, ofensa ou humilhação. Ninguém gosta de levar desaforo para casa. “Não tenho sangue de barata”, costuma ser o argumento.

    E de acordo com o grau do desentendimento vivenciado, dentro do grau de irascibilidade de cada um , desejos de vingança são arquitetados. Ferir quem nos feriu, magoar quem nos magoou, pagar com a mesma moeda...

    Vingança, um sentimento negativo, mesquinho. Mas com certeza muitos de nós a acalentamos no íntimo de nosso ser, camuflada sob nobres sentimentos. E em determinadas situações ela pode vir à tona expondo o mais fraco de nós.

    Somos fortes quando demonstramos o controle de nossas emoções, quando agimos com inteligência e discernimento. Somos fortes quando sabemos impor limites com determinação e firmeza, buscando caminhos contrários ao da violência destrutiva.

    É aqui que entra o colocar em prática esse belo ensinamento de Jesus: “Dar a outra face”, uma expressão conhecida mas acredito que poucos compreendam o alcance , a essência e o verdadeiro significado desse ensinamento.

    Analisando superficialmente corremos o risco de nos equivocar e crer que “dar a outra face” seja uma atitude frágil e submissa.

    Eu confesso que somente após ler o livro “O vendedor de Sonhos” de Augusto Cury passei a entender em profundidade o verdadeiro significado dessas palavras.

    O autor diz que “saber sair silenciosamente da linha de fogo dos que nos agridem indica maturidade, inteligência e lucidez. Dar a outra face não é sinônimo de fragilidade, mas de força; não é sinônimo de estupidez, mas de lucidez. Quem dá a outra face não se esconde, não se intimida, mas enfrenta o outro com tranquilidade e segurança. Não utiliza a força física, nem se esconde atrás de violência.

    Dar a outra face previne homicídios, traumas, cicatrizes impagáveis. Os fracos vingam-se, os fortes protegem-se”.

    Falando sobe “a outra face”, Jesus estava se referindo não à força física, mas sim à força psíquica.

    Portanto “dar a outra face” é procurar fazer o bem a quem nos decepciona, é ter elegância para não caluniar a quem nos difama, altruísmo para ser gentil com quem nos aborrece. É respeitar o outro, procurando entender os fundamentos de sua agressividade. É não usar violência contra violência. É dar mais uma chance, mesmo que a “última chance já tenha sido dada por diversas vezes”.

    A humildade aqui proclamada não deve ser fruto do medo ou submissão passiva. Mas usar de mansidão e serenidade como frutos de uma maturidade psicológica orientada no domínio e controle das emoções.

    Pode parecer difícil colocar em prática esses ensinamentos. Sempre haverá quem irá considerar um absurdo usar de tal prática. Também haverão aqueles que se julgarão incapazes de dar a outra face.

    Mas a vida é um constante aprendizado e ao longo dela vamos somando experiências boas ou más, que nos servirão de guia a cada situação enfrentada.

    Erros e acertos fazem parte da caminhada, através dos quais vamos nos lapidando, tirando nossas próprias conclusões. E essas experiências aliadas á nossa essência e à base de nossa educação é quem nos levará ao caminho em busca de sermos pessoas melhores, para um mundo melhor.

     



    Categoria: religiosidade
    Escrito por edimeli às 12h44
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    Brasileiros no Japão e oresgate para uma região segura

     

    Brasileiros no Japão e o resgate para uma região segura


    Brasileiros no Japão enfrentam uma situação dramática e desesperadora.

    Os noticiários tem mostrado a situação destes brasileiros que foram para o Japão em busca de um sonho de trabalho. Um sonho que foi interrompido bruscamente após a força do tsunami que com sua fúria arrastou cidades causando destruição e pânico.

    A situação é caótica. Falta água, luz, alimento.

    O pouco que se encontra é racionado. Um pedido do governo para se consumir apenas o necessário. E ainda há o medo da contaminação por vazamento nuclear que toma conta de quem mora no Japão.

    Tudo é muito incerto, inseguro. Embora o governo japonês tente a todo instante tranquilizar a população, o pânico continua. Teme-se um acidente semelhante ao de Chernobyl na Ucrânia, na década de 80, considerado o pior acidente nuclear da história.

    Segundo os noticiários, não há informação de brasileiros feridos ou mortos nessa tragédia. Há pouquíssimos brasileiros vivendo na áreas de risco. Operações de resgate monitoradas pelo consulado brasileiro em Tóquio, estão retirando brasileiros das áreas de Sendai e Fukushima, onde houve vazamento em uma usina nuclear. Novas operações de resgate estão sendo providenciadas para atender aqueles que ainda permanecem em área de risco. Os resgatados estão sendo levados em segurança para uma outra província , cidade de Kamisato. .A falta de comunicação também tem atrapalhado o resgate.

    A reportagem de hoje do “Mais Você” acompanhou um grupo de brasileiros que arrecadaram donativos para os moradores de Sendai, uma das cidades destruída pelo tsunami.

    Uma visão de alcance cinematográfico. Uma desolação só. Gente procurando água e comida em meio a destroços... Somente uma catástrofe natural de tamanha proporção para colocar um povo tão civilizado como o povo japonês em condições de tamanha fragilidade.

    O repórter da Globo Internacional Johny Sasaki não conteve a emoção durante a a reportagem. Com a voz embargada disse: “Está um caos. Há 15 anos moro no Japão. Nunca imaginei na minha vida que eu veria crianças japonesas procurando comida, com fome. Impossível conter as lágrimas diante dessa realidade cruel”


    É a impotência do homem diante das forças da natureza.

     

     



    Categoria: notícias da mídia
    Escrito por edimeli às 17h03
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    retorno médico

     

    Retorno médico

    Andar de muletas não é fácil. Eu não me acostumo com elas. Sinto-me estranha com dois pseudos membros que muito me incomodam.  Uma nova experiência a que tenho que me submeter.

    De acordo com as novas orientações médicas eu devo optar mais por essas glamurosas do que pela cadeira de rodas.

    Claro que na cadeira de rodas sinto-me muito mais confortável, mas de acordo com as explicações médicas , será muito mais fácil reaprender a andar com a prévia utilização das elegantes pernas de pau.

    Não entendi bem as explicações, mas ele deve ter lá suas razões e é melhor obedecer para evitar complicações futuras.

    Eu mesma ainda não me acostumei com a minha figura pelo meio da casa pulando como uma perneta. Saudades do tempo em que tinha os dois pés no chão... Com as muletas ainda tenho dificuldade em me equilibrar e uma nova queda não está no programa...

    Após o ocorrido, tenho evitado ver reportagens mostrando atividades físicas, caminhadas, academias... Uma vontade enorme de estar lá toma conta de mim e acabo me deprimindo.

    Fugir não é o caminho, mas ainda não assimilei bem minha nova condição de semi invalidez.

    Sei que minha situação é provisória. Não é nada definitivo. Mas o tempo de recuperação é muito loooooooongo. Às vezes penso que não suportarei esperar tanto .

    São tantos desafios: a cada dia uma etapa a ser superada. A primeira coisa que incomoda e muito é a perda da liberdade de ir e vir independentemente. Quem em sã consciência se vê um dia assim, como num passe de mágica indesejável, dependente em tudo, precisando ser amparada e solicitando a presença de outrem a todo momento para as menores coisas?  E depois ver também a sua privacidade ir pro espaço e ter que agir como se fosse a coisa mais natural se expor para um bom banho ou uma troca de roupa.

    Uma sensação de inutilidade completa toma conta da gente. Aí vem a desmotivação, a revolta e até culpa...eu poderia ter evitado isso... será? Por mais que se tente evitar, a depressão às vezes bate...

    Esta visita ao médico foi carregada de ansiedade. Ansiedade em rever o médico e quem sabe ouvir um prognóstico mais otimista. Em meus devaneios ouvia a permissão para recomeçar mesmo que timidamente a apoiar os dois pés... reaver um pouco da minha autonomia roubada.

    Mas nada mudou. O prognóstico continua o mesmo. Ainda vai demorar para eu colocar os dois pezinhos no chão. Reaprender a andar...

    Confesso que essa visita ao médico não me animou em nada. E ainda veio com uma conversa de possíveis sequelas que futuramente eu possa ter . Interpretei como uma total falta de ética profissional não ter dado  essa informação a mim ou qualquer um de meus familiares por ocasião da cirurgia. Me senti enganada, traída.

    Depois da surpresa pela revelação inesperada, tenho procurado não pensar no assunto. Afinal não há nada a fazer a não ser esperar. O que está feito, está feito. Não dá para voltar atrás. E, afinal são apenas “possibilidades”. E eu não quero ficar sofrendo por “possibilidades” que eu espero não aconteçam.

    Eu preciso reagir, encontrar motivação para continuar. Não posso chegar ao extremo de sentir pena de mim mesma.

    Que eu encontre forças.



    Escrito por edimeli às 17h25
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