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    Você já mentiu alguma vez na vida?

     

    Você já mentiu alguma vez na vida?

     

    Hoje as reportagens já iniciaram o dia com a pergunta acima, apropriada para o “dia da mentira”,

    Abordadas, as pessoas já começavam mentindo. Indagadas respondiam: “Eu??? nunca menti. ..”

    Quem nunca contou uma mentirinha na vida? Nosso dia é recheado de mentirinhas, dizem os mais entendidos.. Estudiosos afirmam que diariamente , pelo menos a cada 5 minutos proferimos mentiras. Achei um absurdo. E não vou chegar ao extremo de concordar com essa disparidade. Afinal conheço muitos adeptos e praticantes da boa verdade.

    Mas, devo admitir que no nosso dia a dia , apesar de nos considerarmos bons moços, as mentirinhas insistem em se manifestar.

    Nos relacionamentos a dois, é comum mentirinhas como: para justificar o atraso. ah, o transito estava terrível.... ou ...Não precisava querido (a), deve ter custado tão caro... ou... eu adorei o presente...eu nem estava olhando...nunca te traí... e por aí vai. São tantas as ditas mentirinhas ingênuas e inofensivas entre os casais...

    Mas mentimos também para justificar um atraso no trabalho ou na escola...na reunião. Mente-se para ser simpático e agradável: seu cabelo ficou lindo nessa cor... (ficou mesmo?) Você nem parece a idade que tem...( eu tenho espelho em casa) . E atendente da loja invadindo seu provador: ficou lindo em você.. (puxa, está horrível., você pensa) Você tem um corpo pefeito para esse modelo...(falsa!!!). Outras vezes você se sentindo desconfortável ao provar um calçado e a falsa já lança seu comentário incentivador de venda: este sapato é super confortável, não se preocupe, ele vai lacear...( mentirosa...) e a cabeleireira: ficou lindo esse corte... (me engana que eu gosto...sua sonsa, cortou demais))

    E assim eu poderia listar aqui uma sucessão de mentirinhas ditas confortáveis e sem maiores consequências. São mentirinhas bobas, que se você for esperto não cai nelas ou se for honesto também não as pratica.

    Pior são as mentiras de maior repercussão. Mentiras que podem trazer muitas vezes consequências irreversíveis para uma família ou comunidade. Outras que podem afetar até a sociedade..

    Encabeçando alista de mentiras perniciosas, coloco os políticos, aqueles que se escondem atrás de mentiras vergonhosas para disfarçar seus atos ilícitos. Se defendem como ´podem para fugir de uma cassação em vista de suas falcatruas descobertas. Infelizmente é o que mais temos presenciado: mentiras, mentiras e mais mentiras.

    Ressalto também aqueles que acabam por se prejudicar por não pensar nas consequências de ter um currículo mentiroso em sua carreira profissional. É o feitiço voltando contra o próprio feiticeiro.

    Outros proferem mentiras que acabam por destruir a vida alheia. Difamam a pessoa.

    Por isso todo cuidado é pouco no que se ouve e se espalha , sem saber direito a fonte e a veracidade de tal fato.

    Mas mentira é sempre mentira. Não tem essa de mentira pequena ou mentira grande. Ou mentira para agradar. Nunca é bom fugir da verdade, porque segundo um ditado antigo, “mentira tem perna curta”. E a verdade sempre aparece.

    Sabe, aquela mentirinha que você considera permitida e pede a seu filho ou irmão mais novo para dizer ao telefone que você não está. Já pensou que está passando a ele a ideia de que a mentira às vezes é conveniente e aceitável?

    Eu asseguro a vocês que criei meus filhos dentro dos princípios da verdade. Portanto se em alguma ocasião vieram a mentir, eu me ressalvo de tal responsabilidade.

    Porque eu... não sei mentir.(Rssss)

    E você, já contou alguma mentirinha nessa sua vida de tantas verdades?




    Categoria: notícias da mídia
    Escrito por edimeli às 19h06
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    Uma pessoa especial

     

     

    UMA PESSOA ESPECIAL

    Em um momento específico da vida encontrei Marta.

    Marta, uma jovem e pequena senhora de pele azeitonada e cabelos tão  lisos e  negros como piche como também naturalmente brilhantes e sedosos.

    Tinha uma leve aparência indígena.

    Um momento especial de minha vida levou-me a conhecer Marta, também alojada no mesmo quarto de hospital onde me encontrava como acompanhante.

    Coincidentemente marta também era a acompanhante de sua tia Carlinda  Uma cirurgia de joelho, mantinha sua tia , uma senhora já idosa, presa ao leito , incapaz de se locomover e totalmente dependente do carinho e atenção da sobrinha.

    Já havia uns quatro dias que se encontrava  ali, o que a deixava bastante nervosa..Após a cirurgia de prótese sentia dores e se mostrava inquieta e impaciente com sua imobilidade e limitação de movimentos.

    Requisitava a atenção de Marta constantemente. Era comum vê-la lamuriar-se.

    Marta estava ali sempre solícita e atenciosa. Assumiu corajosamente o papel de acompanhante que atende com compaixão, numa atitude cristâ de quem se coloca no lugar do outro e compreende suas dores e dificuldades.

    Sempre com um sorriso nos lábios e fala controlada, demonstrando tranqüilidade e confiança. Percebi nela um desprendimento tal, pouco visto nos dias de hoje.

    Não falava de si, de casa ou família. Era como se o mundo houvesse se rompido a partir do momento que decidiu acompanhar sua tia, e agora seu mundo era ali.

    Filhas, casualmente, fiquei sabendo que eram duas meninas, com 7 e 10 anos. Não se desmanchou em explicações, como fazem a maioria das mães, de como estava preocupada com elas em casa com o pai ou sob a vigilância de alguma vizinha....Sempre serena, passava a impressão de segurança e confiança.

    Apesar da facilidade dos celulares nos dias atuais, não havia assim um excesso de telefonemas. Tudo muito bem controlado.

    Normalmente à tarde seu celular tocava. Provavelmente alguma das filhas ou o marido.

    Sempre discreta, se retirava e dali a instantes estava de volta com seu rosto sereno e sua postura cordial.

    Jamais deixou transparecer cansaço, inquietude ou preocupação após os telefonemas.

    Gostaria de ter-me despedido de Marta após ter dividido com ela e sua tia o mesmo quarto durante os 3 dias em que ali estive.

    .No momento em que deixei o quarto após a alta, ela havia se retirado para atender a um telefonema de casa. Dirigi-me ao posto de enfermagem há poucos passos do quarto, para os últimos acertos burocráticos e retornei na esperança de poder despedir-me.

    Ela ainda não havia retornado ao quarto

    . Deixei meu obrigada e meu abraço com sua tia Carlinda. Mas, sinceramente, um ser humano especial como Marta precisava ser abraçado literalmente.

    Provavelmente jamais verei Marta, mas acredito que jamais esquecerei sua figura. Sobressaiu-se a meu ver, pela serenidade   e pela bondade que exalava de seu coração.

    Passou-me a imagem de uma pessoa que conhece o valor da auto doação e não economiza energias em doar-se.

    Marta é dessas pessoas que se reveste da beleza de Deus e deixa essa beleza transparecer em gestos e atitudes.

    Uma serenidade própria daqueles que confiam nos cuidados do Senhor Deus e a ELE confiantes entregam suas tribulações.



     

     



    Categoria: relações afetivas
    Escrito por edimeli às 17h01
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