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    Loucura...vingança...ou crueldade?

     

    Loucura...vingança... ou crueldade ?

     

    Todos estamos em busca de respostas.

    O que teria levado umjovem de 24 anos a agir de forma tão violenta contra inocentes que nem ao menos conhecia?

    Uma possível vítima de bullying?

    As referências sobre bullying estão hoje constantemente em assuntos de violência escolar.

    Uma situação em que a criança ou adolescente se vê exposta a humilhações pelos colegas, causando- lhe profundos traumas.

    Segundo relato de testemunhas, Wellington era riidicularizado pelos colegas pela timidez exceessiva e não despertava também simpatia nas meninas, na época em que frequentou o colégio do Realengo, RJ.

    Teria ele se transportado ao passado e voltado ao local para praticar tal atrocidade em represália pela rejeição sofrida?

    Essa rejeição estaria implícita no fato do agressor procurar atingir preferencialmente as meninas?

    Segundo especialistas, algumas das vítimas carregam consigo as marcas das humilhações sofridas para o resto da vida. E uma minoria pode chegar a esse extremo de revide.

    Loucura...vingança... ou crueldade? São muitas as especulações.

    O momento traz à tona a necessidade de haver uma discussão mais profunda sobre a adoção de uma política antibullying nas escolas. Nossos jovens precisam ser melhor orientados e protegidos.

    As escolas há muito deixaram de ser um lugar inviolável e seguro.

    Os noticiários não nos poupam com notícias de constantes atos de violência dentro do recinto escolar. Inclusive a presença de armas.

    Escola, ambiente de aprendizado. Local onde se adquire e se troca experiências positivas. Onde amizades são fortelecidas. Hoje as escolas estão pedendo estas característicaas. O respeito, a ordem e a disciplina deram lugar à grosseria, à violência, à criminalidade.

    A violência presenciada pelos alunos ultrapassam o grau de sua compreensão, tendo como palco um local onde deveriam sentir-se protegidos. São cenas fortes demais.

    Sem sombra de dúvida, o ocorrido deixará marcas profundas, difíceis de superar.

    O horror de assistir ao extermínio dos colegas a sangue frio, certamente terá o seu preço.

    Quanto aos pais que perderam seus filhos dessa maneira estúpida e brutal, que Deus os console e os proteja. A fé é que os sustentará. Deus, nosso consolo em todas tribulações certamente não os abandonará. Não encontro palvras que possam atenuar tamanha dor. Meu coração chora por eles e com eles.

    Estamos todos de luto.

    Estamos todos indignados.

    Vamos ficar só na indignação?

    Nossas crianças precisam ser melhor protegidas.

    Nossas escolas precisam recuperar seu status de respeito e sacralidade de outros tempos.



    Categoria: notícias da mídia
    Escrito por edimeli às 20h26
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    Massacre em escola de Realengo- RJ

    Massacre em escola de Realengo- RJ

    Ex aluno invade escola em Realengo, RJ., mata 11 e deixa 18 feridos. Após o massacre, comete suicídio.

    "Estamos todos unidos no repúdio ao ato de violência praticado contra inocentes na Escola Municipal Tasso da Silveira em Realengo, RJ." proferiu a presidente Dilma Roussef , com voz comovida.

    o Brasil inteiro se une e se solidariza com as famílias  das vítimas do atentado.

    Estamos todos perplexos e consternados diante de tamanha barbarie.

    Uma tragédia sem precedentes no Brasil. O dia é de luto para a educação brasileira.

    Um acontecimento que choca a todos profundamente e gera insegurança nas escolas.



    Categoria: notícias da mídia
    Escrito por edimeli às 15h52
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    nossa vida pontuada pelos "SE"

     

    Nossa vida pontuada pelos  “se”....

     

    Era reconfortante o calor do sol nos ombros. Sentada ali no quintal pela manhã, podia desfrutar da beleza daquele céu azul, sentir o frescor da brisa , o ar puro enchendo-lhe os pulmões.

    O livro jazia esquecido no colo. Impossível não retroceder no tempo. Tudo contribuiu para a regressão mental : o céu azul... a brisa fresca... o sol brilhante...Foi inevitável.

    Num segundo, foi transportada para aquela quase longínqua manhã. E de novo aquele “SE” ali martelando:

    Se não tivesse saído naquela manhã...

    Se como todos os outros dias tivesse preferido a esteira...

    SE tivesse caminhado um pouco mais devagar... se...se... se...

    Pôs-se então a pensar na interminável sucessão de “SE” em que quase sempre nos esbarramos na vida..

    É comum ouvir pessoas dizerem:

    Se eu tivesse estudado mais...

    Se tivesse aproveitado aquela oportunidade...

    Se tivesse feito aquele curso... me formado em....

    Se não tivesse abandonado aquele emprego... se...se...se...

    Uma sucessão de questionáveis “SES”, mas que não podem nos impedir de seguir em frente.

    Ficar preso ao passado não é a melhor das atitudes. Fracassos e arrependimentos devem ser encarados como forma de aprendizado e crescimento para o ser humano.

    Apesar da frustração devem ser usados como molas propulsoras para um aperfeiçoamento de comportamentos e aprimoramento de metas e objetivos.

    E depois, nem sempre dá para interferir nas tramas que a vida nos prepara.Na vida nada é previsível.

    Resta-nos viver cada dia procurando fazer as escolhas certas, confiantes de que nossos passos conduzam a um final de conquistas vitoriosas.

    O que foge a nosso controle a vida se encarregará de definir.

    Cada dia é uma oportunidade para recomeçar, mesmo que os imprevistos da vida tentem desviar o seu caminho...

     



    Escrito por edimeli às 18h16
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    Acaso ou destino?

     

    Acaso ou destino....

     

    E falando em imprevistos da vida, fica a dúvida. Seriam os imprevistos da vida, obra do acaso ou obra do destino?

    Destino existe? Ou não existe? Pode o homem interferir no destino?

    Alguns afirmam categoricamente que o destino é um fato inquestionável. Destino é um sentido para qual algo está direcionado. O que não quer dizer que invariavelmente ele chegará a seu final sem alguns tropeços. Pequenos ou grandes acidentes podem desviar o rumo do destino.

    Então o destino existe e é mutável. A partir do momento que seu caminho é interrompido bruscamente, é aí que entra sua capacidade de direcionar bem o resto do caminho alterado.

    Como verdade de fé, aprendemos que não é o destino que existe, mas a Divina Providência que tudo encaminha”para uma perfeição última a ser atingida, para a qual Deus a destinou”(CF catecismo da Igreja católica, art nº 302).

    Nosso livre arbítrio nos dá oportunidade de escrevermos nossa própria história.

    Mas eu particularmente, pelas experiências que já vi e vivi, acredito que nem sempre é possível exercer o livre arbítrio. A vida, muitas vezes tem outros planos para nós.

    Muitos de nós já ouvimos contar de pessoas que se livraram de acidentes horríveis por pequenos acontecimentos que as impediram de estar no local na hora exata do ocorrido.. Como aquela pessoa que perdeu a hora porque o despertador falhou e evitou de estar no local fatídico no exato momento da tragédia Ou aquela que teve sua vida poupada porque se atrasou para o vôo ou para a viagem de ônibus. São muitas as histórias.

    Para alguns casos que se julgam inevitáveis, tem até uma famosa frase para justificar a fatalidade: “estar no lugar errado na hora errada”.

    E quero ilustrar o que digo com uma pequena história verídica, da qual sou testemunha e convivo quase que diariamente com a triste realidade do quadro: Leia o relato e dê sua opinião.

     

    A aula transcorreu normal.. A manhâ era bela e ensolarada...

    A juventude gritava dentro dela.. sonhos... desejos...projetos...

    À saída, após as despedidas, o grupo se dispersa.

    Hora de voltar para casa. À tarde, quem sabe uma reunião com os colegas da escola para resolver aquela tarefa...

    A volta, como sempre, de bicicleta. O caminho era tranquilo, conhecido...

    Naquela manhâ tão linda era agradável sentir o calor do sol aquecendo a pele... o vento batendo no rosto... brincando com os cabelos.

    Uma esquina antes de casa... o inesperado.

    Um rapaz fazendo peripécias com sua moto vem ao seu encontro. Um irresponsável “brincando” de “cavalo de pau” em plena manhã , numa rua não apropriada...

    O impacto foi inevitável.

    Confusão...correria...

    Hospital... ameaça de amputação da perna.... Um ano de sucessivas internações intercaladas com períodos em casa.

    Não perdeu o membro inferior. Mas perdeu a sensibilidade do mesmo. Perdeu o movimento do pé...perdeu a capacidade de deambulação.

    De normal, passou a deficiente físico. Assim...num piscar de olhos.

    Uma vida que tinha tudo para seguir um caminho pautado pelas melhores escolhas.

    Sempre que a vejo, não consigo evitar os “SE” a me perseguir...

    Se ela tivesse se atrasado um pouco mais na saída...

    Ou se não tivesse se atrasado tanto em rodinhas com as colegas...

    Se tivesse feito um outro caminho... se...se.. se...

    Mas ela estava lá...naquele exato momento...naquela exata hora...

    Não dá para voltar atrás. O que está feito, está feito.

    Vai ser difícil, mas terá que aceitar e aprender a percorrer o novo caminho que a vida se encarregou de traçar...

     

    E você, o que diz? Acredita em destino? Casualidade ou providência divina?



     

     

     



    Escrito por edimeli às 18h11
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