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    Um pouco sobre mim

     

     

    O início deste texto é claramente uma paráfrase do texto “Avesso” de Fábio de Melo em “Mulheres de Aço e de Flores”, que, aliás, recomendo a quem admire ou deseje conhecer o autor.

    Nele a personagem fala um pouco de si, de suas origens, medos e  inseguranças e sua relação com Deus.

     Não vou descrever o livro todo, mas parafraseei  apenas o início para também falar;

    UM  POUCO SOBRE MIM...

    Não sou uma sobrevivente de qualquer dessas tragédias que por vezes assola a humanidade. Nem tampouco carrego o  peso de qualquer sofrimento ou trauma anterior.

    Sou forte. Sou guerreira. E, como todo guerreiro, às vezes venço. Em outras me entrego vencida. Sou de coragem. Sou de medo.  Tenho ímpetos de coragem, mas por vezes predomina o medo que me faz recuar.

    Sou mulher de muitos sonhos. Poucas conquistas. Mas conquistas sólidas, merecidas.

    Sou mulher de poucos amigos, mas, os que conquistei os guardo com carinho. São leais. São verdadeiros. Às vezes me decepciono com alguns. Mas quantos também não devem ter-se decepcionado comigo?

    Não sou perfeita. E nem tenho essa pretensão. Assumo minhas fraquezas, mesmo lutando para expulsá-las.

    Sou mulher de erros e acertos. Dúvidas e certezas. Conquistas e fracassos. Sou mulher de vida pequena, mas que me satisfaz.

    Uma mulher como outra qualquer. Que quer ser feliz.  Melhor dizendo, “sentir-se feliz”.  A felicidade pode não preencher todos os espaços. Mas preenche intervalos. E isto basta para que breves momentos se tornem intensos, duradouros.

    Estou numa fase em que a vida para mim se resume em coisas simples do dia a dia. O momento é que é importante.

    Contemplar  o sol nascente... Caminhar de encontro ao vento... Sentir nos ombros o calor do sol... Contemplar a beleza de uma flor... O sorriso de uma criança... As pernas comandando os passos... A cabeça enredando tramas... Ao volante a estrada infinita  abrindo-se à minha frente.

    Pode parecer pouco. São pequenos prazeres que me fazem feliz. Não há fórmula para a felicidade. A felicidade depende de nosso estado de espírito.

    Então de repente a vida me passa uma rasteira. Inesperadamente me vi privada                   desses pequenos prazeres que tanto me completavam. Num piscar de olhos fiquei sem nada. Fiquei sem chão. Minha liberdade roubada.

    Não conseguia “me mover” em nenhuma direção. Nada de iniciar ou concluir projetos. Fiquei derrubada duplamente. A idade acentua os medos. Um fêmur fraturado  e suas possíveis conseqüências não estava  dentro do esquema  traçado para uma velhice saudável.

    Tive medo do andar inseguro, da limitação de movimentos, do tão temido encurtamento do membro em cirurgias assim, da dependência física... Quantos outros fantasmas não povoaram a mente dessa senhora antes tão auto-suficiente!

    Além dos males gratuitos que a velhice já traz, aumentou a angústia, bateu o medo, a insegurança. Minha fragilidade exposta. A consciência de minha impotência diante do ocorrido  levou-me mais para perto do Onipotente. Ali busquei consolo. Ali encontrei abrigo.

    Já se passaram mais de seis meses. A bengala ainda me dá suporte para distâncias maiores. Mas está com os dias contados. Espero brevemente me ver totalmente liberta dela.

    Aos poucos vou recuperando meu caminhar normal. Agradeço a Deus  a quem clamei e veio em meu socorro.. Que meus passos sejam por Ele dirigidos para que u não volte a tropeçar na caminhada da vida. Quer física ou espiritualmente falando.

     E que meus pés jamais  se cansem de correr pressurosas em direção ao necessitado. E que eu esteja sempre disposta a acolhê-los.

     



    Categoria: relações afetivas
    Escrito por edimeli às 18h19
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    madrugada insone

    Madrugada fria, silenciosa

    Abro os olhos na escuridão da noite

    Noite longa. Povoada de fantasmas.

    Por mais que eu tente afastá-los

    Eles insistem em povoar meus pensamentos

    O silêncio na casa é reinante

    Apenas o TIC  TAC do relógio a quebrar a monotonia

    Porque o sono não vem?

    Porque minha mente insiste em viajar

    Por mundos tão distantes?

    Tento rezar

    A concentração foge. Não consigo dizer preces prontas

    Mas sei que Ele está ali

    É nestes momentos de abandono que o sinto mais presente

    Sinto-o como se estivesse sentado a  meu lado

    Na beirada de minha cama. Até me afasto um pouco para que Ele se ajeite melhor

    E Ele fica ali me  acalentando, vigiando meu sono

    Entendendo minhas angústias

    Então fujo das preces prontas

    Assim a conversa flui melhor

    E digo a Ele que a seu lado me sinto mais tranqüila

    Porque sei que me escuta

    Entende minhas fraquezas, Minhas omissões

    Sabe da minha vontade de que tudo se transforme

    Apenas ainda não achei o jeito

     Não estou compreendendo seus sinais

    Mas confio em que vai me ajudar

    A encontrar não um novo caminho

    Mas um jeito novo de caminhar.

    E então timidamente peço:

    “Fica mais um pouco, Deus, até que o sono venha e eu possa voltar a dormir....”



    Escrito por edimeli às 12h32
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    Receitinha fácil de curau

     

    Falando sobre minhas lembranças da infância associadas ao milho verde, Minha querida amiga Ana, disse que adora curau, mas tem dificuldade em fazê-lo.

    Querida Ana, sei que hoje em dia existem várias casa especializadas em iguarias feitas com milho verde,  mas nada como aquele curauzinho amarelinho e cheiroso feito em casa. Uma delícia. Digo-lhe amiga, que se morasse aí pertinho, você não passaria essa vontade. Ou iria aí fazer prá você ou te levaria um prato bem quentinho, feito no capricho. Na impossibilidade, vai aí a receita.

    Não sei se Ana passará por aqui essa semana. Mas como costuma ser seguidora assídua, fica aí a receita.  E se alguém mais se interessar, faça-o que fica uma delícia. Não tem segredo algum. Se quiser mais cremosinho, não deixe muito tempo no fogo. Fica ao gosto de cada um.

    Bom apetite


    Curau de Milho verde

    Curau de milho

    Curau de milho verde: uma delícia para qualquer ocasião

     

    Ingredientes

    . 9 espigas de milho 
    . 3 xícaras (chá) de leite 
    . 1 colher (sopa) rasa de manteiga 
    . 1 lata de leite condensado 
    . Canela em pó

    Modo de preparo

    1. Raspe o milho das espigas com uma faca.

    2. Em seguida, bata no liquidificador com o leite, por cerca de 3 minutos. Coe a mistura e coloque em uma panela.

    3. Junte a manteiga, leve ao fogo e mexa sempre até obter um creme.

    4. Acrescente o leite condensado e mexa mais um pouco.

    5. Retire do fogo, espere esfriar e coloque em uma tigela. Polvilhe a canela.

     



    Escrito por edimeli às 11h43
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    Dia do catequista

     

    A Igreja Católica celebra no dia 29 de agosto deste ano o dia nacional do catequista. Na ação pastoral da vida eclesial é tão importante a missão do catequista, verdadeiros evangelizadores, que Jesus, antes de começar sua pregação, escolheu seus doze discípulos, que deveriam se espalhar pelo mundo inteiro, anunciando a boa nova, isto é, evangelizando as pessoas.

    O número 12, na Sagrada Escritura, tem um sentido de totalidade, plenitude e, realmente, esses doze discípulos se multiplicaram em progressão geométrica e, entre eles, nós temos os catequistas, homens e mulheres dispostos a levar às crianças, aos adolescentes, aos jovens e aos adultos a mensagem de Cristo, promovendo a catequese renovada, à luz do Concílio Vaticano II.

    Os catequistas e as catequistas lembram o próprio Senhor Jesus, pois, além de apresentarem o projeto do Pai a outras pessoas, pretendem formar novos discípulos missionários.

    Nosso Senhor Jesus Cristo nos ajuda em seus métodos de evangelização, catequese e apostolado: Ele começa pela vida, em seus aspectos comuns, de forma a levar o povo à revelação do seu Evangelho.

    Quando Ele disse a seus discípulos: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura”, estava
    iniciando com eles um trabalho de catequese, que foi multiplicado até os dias de hoje.

    O mundo está tão conturbado com guerras, violência, ganância, egoísmo que pouca gente quer escutar a Palavra de Deus. É por isto que é muito louvável o trabalho do catequista nos nossos dias porque ele precisa abrir os olhos e os ouvidos das pessoas para a realidade sempre atual, em todos os tempos, da Palavra de Deus.

    Que Deus, com largueza e profusão, abençoe nossos catequistas, homens e mulheres que, espontaneamente, se dedicam a transmitir ensinamentos cristãos. Que eles continuem no seu propósito de evangelizar e que consigam formar novos operários para a messe do Senhor, na escola da nova evangelização de discípulos-missionários.


    Dom Eurico Veloso



    Categoria: religiosidade
    Escrito por edimeli às 08h34
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