Meu perfil
BRASIL, Sudeste, ECHAPORA, centro, Mulher, de 56 a 65 anos, Arte e cultura, Livros
MSN -




Arquivos

    Categorias
    Todas as mensagens
     viagem
     relações afetivas
     notícias da mídia
     religiosidade
     cronicas

    Votação
     Dê uma nota para meu blog

    Outros links
     UOL - O melhor conteúdo
     BOL - E-mail grátis
     blog da angela
     blog da silvanety
     MINHA PASTA MAIS
     blog do alberto
     alberto pasta mais
     blog do Miguel
     blog do leo
     blog da ana miranda
     blog da magui
     blog da imaculada cintra
     blog da rosely sayao
     blog da carrie
     blog da bela
     blog da Dri
     blog da américa
     blog do Emídio
     blog da Claudete
     blog do fábio
     Blog da Anna Fernandes
     blog da bete
     blog da nilcéia
     blog da janaina
     blog da marizete
     blog da AFRODITE
     blog da beth -uma mulher que sabe o que quer
     blog da talyta
     blog da vivian- flores
     blog do roberto alexandre
     cronicas do Gauli




    UOL

    Blog de edimeli
     


     
     

    caminhada frustrante

     

    Amanhece! É hora da caminhada matinal. Rapidamente me coloco em pé.

    Roupa adequada, tênis confortável, um rápido desjejum.

    Cerca de meia hora depois já me encontro pronta  para colocar o pé na estrada.

    Está frio lá fora. Ainda é muito cedo. Mas o vento frio no rosto é revigorante. Alguns passos e já me encontro aquecida.

    Ando algumas quadras até pegar a estrada.

    O vizinho da rua de cima já vem retornando.  Um rápido cumprimento.

    -Bom dia, bom dia! Levantou cedo, não?

    Mais adiante a senhorinha que encontro sempre. Toda vez que a encontro me admira  o modo como se expõe ao frio da manhã.  Nunca está bem agasalhada. Aliás, eu assim penso. Porque eu como sou friorenta me  agasalho muito bem. Mas, ela também é madrugadeira . Já se encontra quase no portão de casa. Como sempre portando uma vara numa das mãos.

    Imagino que seja para se defender de um possível ataque  dos cães que sempre pregam susto nos passantes numa porteira de uma fazenda logo adiante.

    Num outro dia eu também fui vítima de um quase ataque desses.

    Levei um susto daqueles. Tive que me proteger e rapidamente buscar o primeiro pedaço de pau que avistei.

    Só assim intimidei o cão. A partir desse dia passei a imitar a senhorinha.

    Escolhi uma boa vara que me desse proteção e a deixo  escondida num buraco atrás de um poste logo que pego a estrada.  É só chegar e pegar.

    Mas há pessoas que não se intimidam. Vão e voltam tranquilamente, seguras de si.

    A “família que caminha unida” também já vem voltando. Pai e mãe já idosos e uma moça de  meia idade. Madrugadores também.

    Uma caminhonete passa por mim. A moça me acena. Mora numa fazenda próxima e todos os dias leva os filhos à escola.

    Enquanto muitos já estão de retorno, também tem os mais atrasados do que eu. Alguns passam por mim a passos largos. Outros vêm logo atrás.

    Eu prefiro caminhar mais devagar  e apreciar detalhadamente tudo a meu redor.

    Depois de grande trecho percorrido, paro embaixo da figueira. Aliás, não teria como não ficar à sua sombra. Sua copa toma quase que a estrada toda. Eu penso que é centenária. Alguns  dizem que  à noite é mal assombrada. Mas o sol nascente visto por entre seus galhos é um cenário maravilhoso. Até já fotografei.

    Do outro lado da estrada, diante da porteira estão os cães a postos. Felizmente o motoqueiro que todo dia pela manhã sai por aquela porteira, já passou por mim. E, invariavelmente os cães saem latindo freneticamente perseguindo a moto. Vão até um trecho da estrada e voltam decepcionados por não conseguirem segui-la. Acomodam-se então ao lado da porteira. É nessa hora que mora o perigo de algum ataque.

    Bem, mas já é hora de voltar. O trecho percorrido varia entre 2,5 a 3 km. Somando ao retorno, já foi uma boa caminhada.

    Abro os olhos e vem a decepção.  Eu me encontro na cama. Foi apenas um sonho...

     



    Categoria: cronicas
    Escrito por edimeli às 18h50
    [] [envie esta mensagem
    ] []





     
     

    Reparte teu milho

    Ama o teu próximo e “compartilha” o teu milho

    Certa vez, um jovem repórter perguntou a um agricultor da Argentina se ele podia revelar o segredo de como ganhar todos os anos o concurso nacional de melhor produtor de milho. O agricultor com toda simplicidade confessou:

    -É que eu compartilho minha semente com os vizinhos.

    -Mas porque compartilha sua semente com os vizinhos, se eles também entram no mesmo concurso? Criticou o repórter.

    -Você verá jovem, disse o  agricultor olhando para aqueles imensos campos. O vento que vai daqui para lá e logo volta para cá, leva o pólen   do milho maduro de um plantio ao outro. Se seus vizinhos cultivassem um milho de qualidade inferior a polinização cruzada degradaria a qualidade do meu. Se vou semear bom milho, devo ajudar meu vizinho a fazer o mesmo.

     

    O amor começa com os que estão mais próximos de nós, é com eles que temos que começar a “compartilhar nosso milho” para formar um tecido do corpo, onde se vive o reino de Deus

    O bom samaritano não foi chamado para salvar todos os moribundos, mas somente aquele que encontrou no caminho (Lc 10, 33-35)

    Quem pretende viver bem, deve apoiar aqueles que estão por perto. E aqueles que optam por ser feliz têm de contribuir para que seus irmãos  e amigos encontrem a felicidade, porque a fortuna de cada um está  hipotecada ao bem estar daqueles que são próximos. Os países que querem alcançar o progresso devem ajudar seus vizinhos a se superarem também.

    Não é construindo cercas ou  muros  nas fronteiras que progrediremos, mas sim “compartilhando o milho” de nossa alegria, paz e desenvolvimento  com os mais próximos. Desta maneira, nós vamos crescer pessoalmente e juntos com maior força.

    Extraído do Livro Evangelizar com Palavras(José H. Prado Flores)



    Categoria: religiosidade
    Escrito por edimeli às 17h18
    [] [envie esta mensagem
    ] []



     
      [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]