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    Educação e autoridade

    Este texto de Lya Luft nos leva a refletir sobre a educação das crianças nos dias de hoje, a importância da família e a responsabilidade de pais e professores na sua formação. Sendo outubro o mês dedicado às crianças, achei importante repassá-lo a vocês.

     Educação e autoridade

    "Um não na hora certa é necessário, e mais
    que isso: é saudável e prepara bem mais
    para a realidade da vida"

    Antes de uma palestra sobre Educação para algumas centenas de professores, um jornalista me indagou qual o tema que eu havia escolhido. Quando eu disse: Educação e Autoridade, ele piscou, parecendo curioso: "Autoridade mesmo, tipo isso aqui pode, aquilo não pode?". Achei graça, entendendo sua perplexidade. Pois o tema autoridade começa a ser um verdadeiro tabu entre nós, fruto menos brilhante do período do "É proibido proibir", que resultou em algumas coisas positivas e em alguns desastres – como a atual crise de autoridade na família e na escola. Coloco nessa ordem, pois, clichê simplório porém realista, tudo começa em casa.

    Na década de 60 chegaram ao Brasil algumas teorias nem sempre bem entendidas e bem aplicadas. O "é proibido proibir", junto com uma espécie de vale-tudo. Alguns psicólogos e educadores nos disseram que não devíamos censurar nem limitar nossas crianças: elas ficariam traumatizadas. Tudo passava a ser permitido, achávamos graça das piores más-criações como se fossem sinal de inteligência ou personalidade. "Meu filho tem uma personalidade forte" queria dizer: "É mal-educado, grosseiro, não consigo lidar com ele". Resultado, crianças e adolescentes insuportáveis, pais confusos e professores atônitos: como controlar a má-criação dos que chegam às escolas, se uma censura séria por uma atitude grave pode provocar indignação e até processo de parte dos pais? Quem agora acharia graça seria eu, mas não é de rir.

    Gente de bom senso advertiu, muitos ignoraram, mas os pais que não entraram nessa mantiveram famílias em que reina um convívio afetuoso com respeito, civilidade e bom humor. Negar a necessidade de ordem e disciplina promove hostilidade, grosseria e angústia. Os pais, por mais moderninhos que sejam, no fundo sabem que algo vai mal. Quem dá forma ao mundo ainda informe de uma criança e um pré-adolescente são os adultos. Se eles se guiarem por receitas negativas de como educar – possivelmente não educando –, a agressividade e a inquietação dos filhos crescerão mais e mais, na medida em que eles se sentirem desprotegidos e desamados, porque ninguém se importa em lhes dar limites. Falta de limites, acreditem, é sentida e funciona como desinteresse.

    Um não é necessário na hora certa, e mais que isso: é saudável e prepara bem mais para a realidade da vida (que não é sempre gentil, mas dá muita bordoada) do que a negligência de uma educação liberal demais, que é deseducação. Quem ama cuida, repito interminavelmente, porque acredito nisso. Cuidar dá trabalho, é responsabilidade, e nem sempre é agradável ou divertido. Pobres pais atormentados, pobres professores insultados, e colegas maltratados. Mas, sobretudo, pobres crianças e jovenzinhos malcriados, que vão demorar bem mais para encontrar seu lugar no grupo, na comunidade, na sociedade maior, e no vasto mundo.

    Não acho graça nesse assunto. Meus anos de vida e vivência mostraram que a meninada, que faz na escola ou nas ruas e festas uma baderna que ultrapassa o divertimento natural ao seu desenvolvimento mental e emocional, geralmente vem de casas onde tudo vale. Onde os filhos mandam e os pais se encolhem, ou estão mais preocupados em ser jovenzinhos, fortões, divertidos ou gostosas do que em ser para os filhos de qualquer idade algo mais do que caras legais: aquela figura à qual, na hora do problema mais sério, os filhos podem recorrer porque nela vão encontrar segurança, proteção, ombro, colo, uma boa escuta e uma boa palavra.

    Não precisamos muito mais do que isso para vir a ser jovens adultos produtivos, razoavelmente bem inseridos em nosso meio, com capacidade de trabalho, crescimento, convívio saudável e companheirismo e, mais que tudo, isso que vem faltando em famílias, escolas e salas de aula: uma visão esperançosa das coisas. Nesta época da correria, do barulho, da altíssima competitividade, da perplexidade com novos padrões – às vezes confusos depois de se terem quebrado os antigos, que em geral já não serviam –, temos muita agitação, mas precisamos de mais alegria.

     



    Categoria: relações afetivas
    Escrito por edimeli às 20h16
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    chuva, inspiração, destruição

    Chuva... Inspiração... Destruição

    Enfim o sol resolveu aparecer. Não tão cedo.

     Pela manhã o dia estava embaçado. Uma neblina densa pairava no ar. Aos poucos o nublado foi desaparecendo e timidamente o sol reapareceu. É bom ver os raios de sol entrando pela janela e acariciando as flores da bancada, ao mesmo tempo em que também nos aquece.

    Foram cinco dias de chuva quase que ininterruptas. Mas a chuva quando é calma embala... Inspira... Remete a aconchego. Família reunida em torno da mesa,  uma xícara de café quente e bolinhos de chuva dos tempos de infância. Enxurradas que atraiam as crianças com seus pés descalços brincando na água.

    Claro que os benefícios trazidos pela chuva são indiscutíveis. Mas só que desta vez São Pedro abriu as comportas ao extremo. E aqui na região do oeste paulista  a chuva fez estragos danosos. Em várias cidades da redondeza os prejuízos foram incontáveis. Árvores caídas... Rede elétrica danificada... Casas  invadidas pelas águas que deixaram um grande lamaçal e muitas perdas de mobília , documentos, roupas e tudo mais.

    Crateras foram abertas no asfalto. Carros foram arrastados. Árvores derrubadas.

    O depoimento dos mais atingidos mostra o terror e incredulidade com o que presenciaram.

    Aqui em Echaporã o volume de águas assustou. Mas não houve grandes alagamentos.

    Em determinado momento eu abri a porta para olhar a chuva lá fora e tive que fechá-la imediatamente. Um forte relâmpago e logo em seguida um trovão estrondoso fez com que eu recuasse.  Mas deu para observar o volume de água que corria forte pela enxurrada e invadia a calçada. Meu quintal ficou todo alagado. As saídas de água não deram conta de tanto volume.

    Felizmente o raio foi longe daqui. E apesar do contratempo, não houve vítimas fatais. O prejuízo material foi grande. Mas restou a vida. E com ela vem a esperança da reconstrução e do recomeço.

    A esperança nunca pode faltar em qualquer momento de nossas vidas. Ela é a âncora que sustenta a vida. Ela dá paz e segurança na tormenta. Afasta o pensamento derrotista.

    Ter esperança é aliar a própria força interior à mente positiva e otimista de quem crê “Naquele que nos fortalece”.

    Só assim enfrentará as dificuldades com nova força mental.

    Quem confia na direção divina, conserva o entusiasmo de viver. Não desfalece na luta e crê no triunfo do bem sobre o mal.



    Categoria: cronicas
    Escrito por edimeli às 20h37
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