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    beatificação de João Paulo II

     

     

    Beatificação de João Paulo II

     

    Aconteceu hoje, 1º de maio, a beatificação do Papa João Paulo II.

    Beatificação é a celebração agradecida pela vida e testemunho cristãos de um homem ou uma mulher, proclamando a sua virtude e oficializando o seu culto público.

    Para a beatificação é preciso que seja reconhecido seu alto grau de santidade.

    Provadas as suas virtudes heróicas e confirmadas por um milagre, a pessoa é beatificada e proposta à veneração dos crentes como modelo, estímulo e intercessora junto de Deus.

    O milagre atribuido a João Paulo II refere-se à religiosa francesa Marie Simon-Pierre curada de forma inexplicável pela ciência do mal de Parkison, mal do qual também sofria o Santo Papa.

    Santos foram pessoas que se tornaram notáveis sinais de presença de Deus, pela forma como responderam aos desafios de sua época.

    Certamente deve haver incontáveis santos desconhecidos fora dos catálogos oficiais. Muitas vezes gente comum, e nem sempre são logo reconhecidos como quem está refletindo o Amor de Deus.

    Ao beatificar João Paulo II, a Igreja está a sublinhar certos traços de uma santidade particular, considerando que não só merece ser conhecida e admirada, como pode ser luz e guia.

    Também estimula a prosseguir nos caminhos da conversão ao Amor de Deus e do serviço aos homens e mulheres de nossos dias.

    O Papa João Paulo II deu um grande testemunho de santidade, em vida. Na Igreja alguém não é santificado depois da morte. Alguém é Santo durante a vida e então é proclamado Santo depois da morte. E o primeiro passo é a beatificação,” explicou D. Odilo Scherer.

    João Paulo II foi um marco na história da Igreja não só pelos 25 anos de pontificado, mas pela sua Santidade, cultura, amor ao ser humano, estadista, mestre da doutrina, arauto da paz, paladino da justiça entre os povos.

    Soube falar ao mundo e com o mundo. E revelou-lhes suas chagas, apresentando o remédio de que precisava: Jesus Cristo.

    A bênção, João de Deus!



    Fontes: revista Canção Nova/124

    centro da família, acj


    01/05/11 19:43:32

     



    Escrito por edimeli às 20h35
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    Casamento Real

     

    Casamento real

     

    Durante a última semana de abril, o casamento do Príncipe William e Kate Middleton,  ocupou todos os espaços da mídia.

    A noiva, plebéia, antes desconhecida e insignificante, de repente se tornou  figura obrigatória em todos os noticiários.

    Muito se diz sobre ela, mas acredito que de verdade mesmo, pouco se sabe. Há especulações de que seria uma moça esperta e calculista que arquitetou inteligentemente fisgar o príncipe .  Ou seria sua doçura e simplicidade que fizeram com que o príncipe a notasse e visse nela ares de nobreza até então desconhecidos aos menos perceptivos.

    O fato é que o olhar do príncipe dete ter sido muito mais profundo e ido além de seus belos olhos e lindo sorriso, o que é claro colaborou bastante.

    Seja qual for a razão, o fato é que o casamento se tornou verdadeiramente Real, por duas razões:

    REAL tendo em vista a REALEZA do noivo. E REAL pela REALIDADE da noiva.

    Criou-se uma expectativa geral em torno do evento.

    O suspense em torno do vestido de noiva de Kate, aguçou curiosidades, e surpreendeu a muitos pela simplicidade.

    Na última sexta-feira, Kate Middleton entrou para a Realeza em um vestido elegante, mas discreto, clássico e cheio de modernidade.

    O look branco  marfim discreto e com uma cauda tímida de “apenas” 2,70m só fez acentuar a sua beleza e destacar seu lindo sorriso.

    O véu leve e delicado, a transparência e rendas no colo e braços completou o visual chique. Uma prova de que beleza e elegância estão na simplicidade. E nem sempre opulência significa requinte. Tudo é questão de estilo.

    Destaque também para a mãe da noiva em seu traje clássico, elegante e discreto. Apesar da estravagância dos chapéus de várias convidadas, a mãe da noiva se sobressaiu pela escolha também discreta e mais dentro dos padrões de sobriedade e elegância. Um comportamento que também foi imitado pela irmã de Kate. Responsável por cuidar da cauda do vestido da noiva, sua figura discreta e elegante também mereceu destaque.

    Aparentemente Kate, agora princesa Catherine, ainda não se deixou ofuscar pelo brilho da Realeza.

    O protocolo também não foi quebrado pelo tão esperado beijo que selaria a união dos personagens do conto de fadas REAL. Nada de beijo cinematográfico. O que se viu foi um rápido selinho. Sempre a discrição.

    Do que vimos fica a imagem de Kate, seu olhar para o futuro, suas expectativas agora como membro da Família Real. Sua postura discreta e simpática passa imagem de mulher determinada , carismática e que sabe o que quer.  Uma mulher com sonhos desejos, ambições, vontades como qualquer outra mulher.  Um exemplo de garra e determinação.

    Como em todos os contos de fadas, vale dizer: “E viveram felizes para sempre”.

    Não temos bola de cristal, mas acredito que seja o desejo de muitos de seus súditos.

    Vale então dizer: “Que seja eterno enquanto dure...”

     



    Escrito por edimeli às 15h56
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    Novela "Amor e Revolução" gera polêmica

     


    Novela causa polêmica

     

    A novela “Amor e Revolução exibida pelo SBT, no ar há poucos dias, já causa polêmicas.

    A trama de Tiago Santiago, retrata a era da ditadua (1964- 1985), período descrito com época de grande repressão.

    Da época muito se ouve falar, pouco se sabe. Militares com sua versão dizem que preservavam a democracia. Já os revolucionários também tem sua versão contra um regime considerado repressor, também defendiam a democracia debaixo de ideais comunistas.

    Muito ainda permanece na obscuridade. Espera-se que a novela venha a elucidar os fatos, mostrando realmente quem era quem. Coisa que os livros escolares não conseguiram. É tudo muito vago.

    A novela, recheada de cenas de tortura, pretende retratar com exatidão os fatos e permitir que a verdadeira história seja do conhecimento do público em geral.

    Amor e revolução” tem seu lado fictício, alguns a consideram tendenciosa, mas que não deixa de mostrar parte da história do Brasil. Uma história vergonhosa que muitos tentam esquecer e outros esconder.

    Acontece que o folhetim novelesco está incomodando militares reformados temerosos da super exposição dos crimes e abusos cometidos na época.

    A Associação Beneficente dos Miliatares Inativos e Graduados da Aeronáutica (ABMIGAer) lançou um abaixo assinado na internet a ser encaminhado ao Ministério Público Federal, pedindo para que a novela “Amor e Revolução” seja censurada.

    O SBT, através de assessoria, informou que não vai comentar o assunto. Tiago Santiago, autor da novela disse que a tentativa de censura é inconstitucional. Só interessa aos torturadores e assassinos do regime militar.

    Veja na íntegra a resposta de Tiago Santiago, o autor da novela:

     

    Para Tiago Santiago, autor de “Amor e revolução”, trata-se de uma tentativa de censura.

    • Esse abaixo-assinado está mal escrito, está desinformado.

    • A Comissão da Verdade nem foi aprovada ainda! E, de qualquer forma, a novela nada tem a ver com a Comissão da Verdade. É um projeto meu que já tem 15 anos, criado na época em que eu trabalhava com o Herval Rosssano na TV Globo. Não podem dizer que estou denegrindo a imagem dos militares, o próprio herói (interpretado por Claudio Lins) é um militar democrata. A novela tem esquerdistas, militares de direita, democratas... Eu não coloco todos os militares no mesmo saco dos torturadores, não. “Amor e revolução” não é uma trama contra militares — afirma Tiago, que completa: — É uma tentativa de censura, o que é inconstitucional. Isso é um protesto desesperado de gente que tem o rabo preso, gente que não quer ver esses depoimentos (exibidos no fim de cada capítulo) com medo de que algo aconteça a eles. Tirar a novela do ar só interessa a quem tem medo! A grande maioria dos militares está gostando da novela.15/04/11 16:04:09

     



    Escrito por edimeli às 16h13
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    Loucura...vingança...ou crueldade?

     

    Loucura...vingança... ou crueldade ?

     

    Todos estamos em busca de respostas.

    O que teria levado umjovem de 24 anos a agir de forma tão violenta contra inocentes que nem ao menos conhecia?

    Uma possível vítima de bullying?

    As referências sobre bullying estão hoje constantemente em assuntos de violência escolar.

    Uma situação em que a criança ou adolescente se vê exposta a humilhações pelos colegas, causando- lhe profundos traumas.

    Segundo relato de testemunhas, Wellington era riidicularizado pelos colegas pela timidez exceessiva e não despertava também simpatia nas meninas, na época em que frequentou o colégio do Realengo, RJ.

    Teria ele se transportado ao passado e voltado ao local para praticar tal atrocidade em represália pela rejeição sofrida?

    Essa rejeição estaria implícita no fato do agressor procurar atingir preferencialmente as meninas?

    Segundo especialistas, algumas das vítimas carregam consigo as marcas das humilhações sofridas para o resto da vida. E uma minoria pode chegar a esse extremo de revide.

    Loucura...vingança... ou crueldade? São muitas as especulações.

    O momento traz à tona a necessidade de haver uma discussão mais profunda sobre a adoção de uma política antibullying nas escolas. Nossos jovens precisam ser melhor orientados e protegidos.

    As escolas há muito deixaram de ser um lugar inviolável e seguro.

    Os noticiários não nos poupam com notícias de constantes atos de violência dentro do recinto escolar. Inclusive a presença de armas.

    Escola, ambiente de aprendizado. Local onde se adquire e se troca experiências positivas. Onde amizades são fortelecidas. Hoje as escolas estão pedendo estas característicaas. O respeito, a ordem e a disciplina deram lugar à grosseria, à violência, à criminalidade.

    A violência presenciada pelos alunos ultrapassam o grau de sua compreensão, tendo como palco um local onde deveriam sentir-se protegidos. São cenas fortes demais.

    Sem sombra de dúvida, o ocorrido deixará marcas profundas, difíceis de superar.

    O horror de assistir ao extermínio dos colegas a sangue frio, certamente terá o seu preço.

    Quanto aos pais que perderam seus filhos dessa maneira estúpida e brutal, que Deus os console e os proteja. A fé é que os sustentará. Deus, nosso consolo em todas tribulações certamente não os abandonará. Não encontro palvras que possam atenuar tamanha dor. Meu coração chora por eles e com eles.

    Estamos todos de luto.

    Estamos todos indignados.

    Vamos ficar só na indignação?

    Nossas crianças precisam ser melhor protegidas.

    Nossas escolas precisam recuperar seu status de respeito e sacralidade de outros tempos.



    Escrito por edimeli às 20h26
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    Massacre em escola de Realengo- RJ

    Massacre em escola de Realengo- RJ

    Ex aluno invade escola em Realengo, RJ., mata 11 e deixa 18 feridos. Após o massacre, comete suicídio.

    "Estamos todos unidos no repúdio ao ato de violência praticado contra inocentes na Escola Municipal Tasso da Silveira em Realengo, RJ." proferiu a presidente Dilma Roussef , com voz comovida.

    o Brasil inteiro se une e se solidariza com as famílias  das vítimas do atentado.

    Estamos todos perplexos e consternados diante de tamanha barbarie.

    Uma tragédia sem precedentes no Brasil. O dia é de luto para a educação brasileira.

    Um acontecimento que choca a todos profundamente e gera insegurança nas escolas.



    Escrito por edimeli às 15h52
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    Você já mentiu alguma vez na vida?

     

    Você já mentiu alguma vez na vida?

     

    Hoje as reportagens já iniciaram o dia com a pergunta acima, apropriada para o “dia da mentira”,

    Abordadas, as pessoas já começavam mentindo. Indagadas respondiam: “Eu??? nunca menti. ..”

    Quem nunca contou uma mentirinha na vida? Nosso dia é recheado de mentirinhas, dizem os mais entendidos.. Estudiosos afirmam que diariamente , pelo menos a cada 5 minutos proferimos mentiras. Achei um absurdo. E não vou chegar ao extremo de concordar com essa disparidade. Afinal conheço muitos adeptos e praticantes da boa verdade.

    Mas, devo admitir que no nosso dia a dia , apesar de nos considerarmos bons moços, as mentirinhas insistem em se manifestar.

    Nos relacionamentos a dois, é comum mentirinhas como: para justificar o atraso. ah, o transito estava terrível.... ou ...Não precisava querido (a), deve ter custado tão caro... ou... eu adorei o presente...eu nem estava olhando...nunca te traí... e por aí vai. São tantas as ditas mentirinhas ingênuas e inofensivas entre os casais...

    Mas mentimos também para justificar um atraso no trabalho ou na escola...na reunião. Mente-se para ser simpático e agradável: seu cabelo ficou lindo nessa cor... (ficou mesmo?) Você nem parece a idade que tem...( eu tenho espelho em casa) . E atendente da loja invadindo seu provador: ficou lindo em você.. (puxa, está horrível., você pensa) Você tem um corpo pefeito para esse modelo...(falsa!!!). Outras vezes você se sentindo desconfortável ao provar um calçado e a falsa já lança seu comentário incentivador de venda: este sapato é super confortável, não se preocupe, ele vai lacear...( mentirosa...) e a cabeleireira: ficou lindo esse corte... (me engana que eu gosto...sua sonsa, cortou demais))

    E assim eu poderia listar aqui uma sucessão de mentirinhas ditas confortáveis e sem maiores consequências. São mentirinhas bobas, que se você for esperto não cai nelas ou se for honesto também não as pratica.

    Pior são as mentiras de maior repercussão. Mentiras que podem trazer muitas vezes consequências irreversíveis para uma família ou comunidade. Outras que podem afetar até a sociedade..

    Encabeçando alista de mentiras perniciosas, coloco os políticos, aqueles que se escondem atrás de mentiras vergonhosas para disfarçar seus atos ilícitos. Se defendem como ´podem para fugir de uma cassação em vista de suas falcatruas descobertas. Infelizmente é o que mais temos presenciado: mentiras, mentiras e mais mentiras.

    Ressalto também aqueles que acabam por se prejudicar por não pensar nas consequências de ter um currículo mentiroso em sua carreira profissional. É o feitiço voltando contra o próprio feiticeiro.

    Outros proferem mentiras que acabam por destruir a vida alheia. Difamam a pessoa.

    Por isso todo cuidado é pouco no que se ouve e se espalha , sem saber direito a fonte e a veracidade de tal fato.

    Mas mentira é sempre mentira. Não tem essa de mentira pequena ou mentira grande. Ou mentira para agradar. Nunca é bom fugir da verdade, porque segundo um ditado antigo, “mentira tem perna curta”. E a verdade sempre aparece.

    Sabe, aquela mentirinha que você considera permitida e pede a seu filho ou irmão mais novo para dizer ao telefone que você não está. Já pensou que está passando a ele a ideia de que a mentira às vezes é conveniente e aceitável?

    Eu asseguro a vocês que criei meus filhos dentro dos princípios da verdade. Portanto se em alguma ocasião vieram a mentir, eu me ressalvo de tal responsabilidade.

    Porque eu... não sei mentir.(Rssss)

    E você, já contou alguma mentirinha nessa sua vida de tantas verdades?




    Escrito por edimeli às 19h06
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    Brasileiros no Japão e oresgate para uma região segura

     

    Brasileiros no Japão e o resgate para uma região segura


    Brasileiros no Japão enfrentam uma situação dramática e desesperadora.

    Os noticiários tem mostrado a situação destes brasileiros que foram para o Japão em busca de um sonho de trabalho. Um sonho que foi interrompido bruscamente após a força do tsunami que com sua fúria arrastou cidades causando destruição e pânico.

    A situação é caótica. Falta água, luz, alimento.

    O pouco que se encontra é racionado. Um pedido do governo para se consumir apenas o necessário. E ainda há o medo da contaminação por vazamento nuclear que toma conta de quem mora no Japão.

    Tudo é muito incerto, inseguro. Embora o governo japonês tente a todo instante tranquilizar a população, o pânico continua. Teme-se um acidente semelhante ao de Chernobyl na Ucrânia, na década de 80, considerado o pior acidente nuclear da história.

    Segundo os noticiários, não há informação de brasileiros feridos ou mortos nessa tragédia. Há pouquíssimos brasileiros vivendo na áreas de risco. Operações de resgate monitoradas pelo consulado brasileiro em Tóquio, estão retirando brasileiros das áreas de Sendai e Fukushima, onde houve vazamento em uma usina nuclear. Novas operações de resgate estão sendo providenciadas para atender aqueles que ainda permanecem em área de risco. Os resgatados estão sendo levados em segurança para uma outra província , cidade de Kamisato. .A falta de comunicação também tem atrapalhado o resgate.

    A reportagem de hoje do “Mais Você” acompanhou um grupo de brasileiros que arrecadaram donativos para os moradores de Sendai, uma das cidades destruída pelo tsunami.

    Uma visão de alcance cinematográfico. Uma desolação só. Gente procurando água e comida em meio a destroços... Somente uma catástrofe natural de tamanha proporção para colocar um povo tão civilizado como o povo japonês em condições de tamanha fragilidade.

    O repórter da Globo Internacional Johny Sasaki não conteve a emoção durante a a reportagem. Com a voz embargada disse: “Está um caos. Há 15 anos moro no Japão. Nunca imaginei na minha vida que eu veria crianças japonesas procurando comida, com fome. Impossível conter as lágrimas diante dessa realidade cruel”


    É a impotência do homem diante das forças da natureza.

     

     



    Escrito por edimeli às 17h03
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    Dia Intenacional da Mulher

     

     

    Dia Internacional da mulher

     

    Poderia aqui dizer que se torna redundante ter um dia especialmente reservado à mulher.

    Porque todo dia é dia da mulher ser lembrada, pelo seu valor e papel que desempenha na sociedade.

    Nos dias de hoje é praticamente impossível a mulher se manter passiva. Está sempre atuante e participativa, atuando neste ou naquele segmento da sociedade.

    Seja em casa, cuidando do marido e filhos, ou mesmo tendo como ocupação cuidar do lar alheio ou do filhos de outrem por quem toma a responsabilidade, sua atuação não deixa de ser marcante. Muitas vezes pobre, desprotegida, encara “um leão” por dia para dar conta do sustento da casa.

    São batalhadoras! São guerreiras! Muitas delas analfabetas, mas de uma determinação e força sem limite.. É a frágil que se faz forte!

    Costumo dizer que são “as anônimas”. Aquelas que não merecem destaque na mídia ou em qualquer outro círculo social. Mas estão ali, firmes. De alguma forma contribuindo para que este mundo se torne mais habitável e mais humano. Fazem sobressair o Amor, lutam para que seus filhos possam desfrutar de uma educação melhor. Sabem que ser mulher é ser parceira na luta pela sobrevivência, sem discriminação.

    Seja nos esporte, setor empresarial, educadoras pedagógicas ou religiosas, exercendo algum cargo político... ou simplesmente mães de família. A mulher foi pouco a pouco conquistando seu espaço.

    E sabe que ainda tem muito a ser conquistado.

    Como disse a presidente Dilma em recente entrevista, uma mulher na presidência do Brasil, veio mostrar que a “mulher pode”...

    Pode, sim, conquistar um cargo de alto poder político ou qualquer outro cargo de alto escalão.. Mas a mulher sabe também que tudo se conquista com muito esforço e trabalho. Cada uma tem que  se auto determinar, estudar e batalhar para conquistar o seu espaço.

    A luta é contínua. Os desafios são muitos.

    Mulher, mãe, esposa, amiga, irmã... São seus, são nossos todos os dias. Busque o respeito...conquiste seu espaço...

    Que este “Dia internacional da Mulher” seja para todas como uma data para refletirmos sobre as conquistas já alcançadas e os novos desafios.

    Que a mulher saiba fazer valer o respeito à sua dignidade pessoal e o valor de seu trabalho.

    Parabéns a todas!!!

     



    Escrito por edimeli às 19h49
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    Uma sociedade doente

     

    Uma sociedade doente

     

    O caso da menina Lavínia, Rio de Janeiro, comoveu toda a sociedade.

    É mais um crime bárbaro, entre tantos já acontecidos, cometido contra uma criança inocente.

    Uma criança vítima de uma vingança torpe, desprezível, mesquinha.

    Lavínia, linda e saudável garotinha de 6 anos. Todo um caminho a percorrer. Caminho esse brutalmente interrompido pela amante do pai que a estrangulou sem dó nem piedade.

    Dois mil reais, o preço que a garota pagou com a vida. Uma dívida com o pai, paga com a vida pela garotinha....

    Não quero aqui discutir toda a trama que culminou nessa tragédia. Porque a cada vez que ligo a TV, o noticiário me mostra que a complexidade do caso aumenta a cada nova prova apresentada.

    E, sobre desvendar a verdade e fazer justiça eu deixo com a polícia, que espero seja eficiente.

    O que me chama a atenção e não deixa de me preocupar é o rumo que nossa sociedade está tomando.

    Uma sociedade doente, baseada na violência, na lei do mais forte e sem caráter. Uma sociedade onde a vida deixou de ter valor. Mata-se por muito pouco. Comprovamos isso todos os dias. É só ligar a TV.

    Uma sociedade com valores invertidos, onde tudo é permitido em favor de satisfazer o ego, os prazeres fúteis, a ganância, como no caso em questão.

    Uma sociedade sentada à beira do caminho, incapaz de lutar ou de se desfazer de seu manto de impurezas, perversidades, egoísmos, vaidades...

    O caso em questão supõe uma família desestruturada, firmada com bases na mentira, no desrespeito, na falsidade e na infidelidade.

    Uma família dividida, culminando com esse final trágico.

    E quando uma família se desestrutura, as consequências se alastram de alguma forma pela sociedade. A família é a base da sociedade. E se a família adoece, contamina a sociedade.

    As famílias já estão assim, sem rumo, carentes de formação. E muitos programas de TV ainda contribuem para esse desvio de valores morais e espirituais. Há deles, que são um verdadeiro atentado contra a ética, a moral e os bons costumes nas famílias.

    Catequese... ONGS...Pastorais da igreja...Diversas outras instituições, tentam fazer o seu papel trabalhando a valorização , respeito e amor ao próximo.

    Escolas também procuram cumprir o seu papel! Mas as escolas encontram-se também tão precárias! Professores perdidos, inseguros diante da insubordinação e agressividade de muitos alunos.

    A Escola, que antes era considerada “templo do saber”, hoje se tornou palco de violências e atrocidades inimagináveis.

    E de onde saíram essas crianças colocadas nas mãos dos educadores?. Onde recebem os 1ºs ensinamentos?

    E aí voltamos ao começo. Família é a base de tudo. Escola completa a educação que já vem de casa

    Não fiquemos nós também sentados à beira do caminho, indiferentes aos acontecimentos que ferem a nossa sociedade. Não nos conformemos em construir nosso futuro em meio à dor, ao sofrimento, à fome ,à miséria, à violência...

    Esse é o nosso mundo, o mundo de nossos filhos.

    Não nos escondamos atrás da apatia e indiferença.

     



    Escrito por edimeli às 11h46
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    odeio horário de verão

     

    Odeio o horário de verão

     

    Enfim, hoje terminou o famigerado horário de verão.

    Os noticiários já informaram que a economia de energia elétrica foi de 30 milhões. Uma economia 30% menor que a do ano anterior. Valeu o sacrifício? Ninguém explica...

    Bem, economias à parte, considero o horário de verão um transtorno pessoal. E, pesquisando na net como em conversas de boca a boca, dá prá perceber que a maioria da população não concorda com ele. Acha um verdadeiro despropósito.

    Eu, falo por mim. Meu relógio biológico não se acostuma com ele.

    No horário de verão estou sempre atrasada, cansada e com o sono também atrasado.

    O almoço é quase lanche da tarde e o jantar é quase ceia. Sem contar que não consigo acordar cedo.

    Imagino quem levanta muito cedo para ir trabalhar ou estudar . Ter que levantar sempre uma hora mais cedo. Uma canseira só...

    Bem, mas esse meu descompromisso com horários faz parte de umas pequenas regalias que adquiri com o passar do tempo. Um dos privilégios da aposentadoria...

    Mas, quando tenho um compromisso com horário pré determinado, então me organizo muito bem para não perder o horário. Com o horário de verão, levantar mais cedo se transforma num desconforto só.

    Conheço pessoas que dizem gostar do famigerado horário.

    Aí vem toda aquela conversa... que dá prá esticar as caminhadas da tarde...

    Outras esticam o happy hour...

    E há aquelas que aproveitam o prolongamento da claridade para esticar o horário de trabalho.

    Não vejo vantagem nenhuma nisso. Ganha-se nas esticadas à tarde. Perde-se no cansaço extra. Acabam indo dormir mais tarde e tendo que levantar mais cedo. Onde está a vantagem?

    Bem, mas cada um aproveita o horário de verão da maneira que quiser.

    Eu, particularmente “ODEIO o horário de verão”

    Mas me esforço para acostumar. Afinal ele representa 1/3 do ano. E não dá para passar 120 dias ou mais se lamentando sobre o dito cujo. O jeito é tentar se adaptar.

    E cá estou eu a escrever esse pequeno desabafo, ainda muito cedo. Quase madrugada ainda. O relógio marca 6:15, horário de verão. Portanto retrocedendo no tempo e ajustando o relógio para o horário normal, são apenas 5 horas e 15 minutos..

    Viram só que confusão? Hoje o dia terá uma hora a mais, que eu poderia estar dormindo. Mas como? Agora que meu relógio biológico se adaptou e comecei a acordar no horário de verão, os ponteiros retornam... E ainda vou continuar alguns dias madrugando, até que me adapte novamente ao horário normal. Haja saúde!!!

    Bem, mas é o preço que se paga para contribuir, por livre e expontânea pressão, na economia de energia do país, que até hoje ainda não me convenci se de fato essa economia é compensadora ou não.

    E até que alguém resolva acabar com essa maluquice de “horário de verão, eu vou tentando me ajustar a ele.

    E é com alívio que eu me despeço...bye..bye.horário de verão!

     



    Escrito por edimeli às 15h19
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    a dor de cada um - 2ª parte- difícil recomeço

     

     

     

    A dor de cada um -2ª parte


    O difícil recomeço


    Na semana passada os noticiários voltaram a falar sobre a Região Serrana do Rio.

    Um mês após a maior catástrofe climática dos últimos tempos, ainda é difícil esquecer o sofrimento porque passaram.

    É o homem fragilizado e impotente diante da força da natureza que agora tenta recomeçar.

    A ordem é reconstruir. Tentar deixar o passado para trás e visualizar um presente com oportunidades para um futuro mais promissor.

    Aos poucos vão retornando à vida. Buscar forças até então desconhecidas mas que,nestes momentos de dificuldades, milagrosamente surgem.

    Escolas ainda permanecem fechadas. Há falta de água e luz. Há falta de tudo. Mas esperança não pode faltar....

    Muitos além das perdas materiais ainda perderam familiares, amigos, vizinhos...E o ser humano nunca está preparado para as perdas. Quer sejam elas a ruína de seu patrimônio material ou perdas humanas.

    Mas a vida precisa continuar. E então o sofrimento passa a ser um convite à renovação. É transformar o sofrimento em crescimento espiritual, em esperanças...

    Os motivos para desistir são infindáveis. Mas há exemplos de pessoas que transformam o sofrimento em uma experiência de estímulo e incentivo. Tornam-se um bom exemplo, motivando outros sofredores a reagir apesar da provação.

    É o aprendizado silencioso através das lágrimas e da dor que neste caso funciona como semente da vida.

    É a dor funcionando como mola propulsora impulsionando para uma mudança necessária de vida.

    Curioso como em casos assim a dor pode funcionar como combustível para a vida, uma força que obriga a olhar sempre para a frente com os olhos da esperança.

    É Deus se fazendo presente na DOR DE CADA UM



     

     



    Escrito por edimeli às 20h39
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    Negiligência ou fatalidade

     

    Negligência ou Fatalidade?

     

    E já que estou falando em crianças, um outro assunto envolvendo criança chamou minha atenção esta semana.

      Trata-se do afogamento da menina Daniela em Brasília.

     Daniela tinha apenas 2 aninhos. Uma vida desabrochando.

    Estava no seu 2º dia de aula de natação.

    Segundo o noticiário, cinco monitores vigiavam  as 10 crianças na piscina.

    Um pequeno descuido e quando perceberam a pequena que passara a piscina maior já tinha se afogado.

    Os pais dos alunos estão divididos. Alguns dizem que sempre confiaram nos monitores. Que os mesmos são atenciosos e competentes.

    E que foi uma fatalidade Outros já acusam a escola de negligência.

     Negligência ou fatalidade?

     O fato é que alguns minutos de desatenção e uma vida que apenas se iniciava foi tirada.

     O que vem provar que com criança todo cuidado é pouco. A vigilância deve ser constante.

     Criança não tem noção do perigo. Qualquer distração pode ser fatal.

     E era uma vez uma criança...






     

     



    Escrito por edimeli às 21h21
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    A dor de cada um

     

    A dor de cada um...


    Tenho escrito aqui algumas crônicas sobre a chuva e seu poder poético. Textos que falam de como a chuva me inspira, me embala...

    Chuva batendo na janela...escorrendo na calçada...acariciando as folhas das plantas. Chuva trazendo vida...

    Chuva que me traz recordações da infância...brincadeiras na chuva... enxurradas que despertam anseios de travessuras...

    Mas hoje a minha poesia se recolheu.

    Meu coração está de luto. Se entristece e chora juntamente com as vítimas da tragédias pluviais. A mesma chuva que inspira poesia, veio com fúria causando um cenário de destruição jamais visto. Região serrana do Rio de Janeiro, a mais atingida.Teresópolis, uma das cidades mais castigadas.

    Nossos olhos não querem acreditar no cenário que veem. Em tanta fúria causada pelos rios que transbordaram. Encostas deslizando, casas soterradas, carros arrastados, pessoas ilhadas . Ou ...soterradas. A cidade que se transforma num grande rio de águas torrenciais e depois num lodaçal. Famílias inteiras soterradas. Vidas ceifadas.

    Um cenário de destruição. Um cenário de guerra...ficção cinematográfica...

    Histórias de medo, angústia, busca por recomeçar...solidariedade...

    A cidade que atrai turistas o ano inteiro está irreconhecível.

    Um olhar perdido no vazio...voz embargada pelo medo, pela incerteza do amanhã...lágrimas...desespero... Cada um tem uma maneira de expressar sua dor.

    A criança que com apenas um olhar, define seu sofrimento. Sua desesperança.

    O olhar vazio que acompanha o corpo do irmão, vítima fatal. Apenas uma palavra define a incerteza do futuro: Morreu...

    Dos outros familiares não se tem notícia. É aguardar e esperar um milagre.

    Quantos não estão à espera desse milagre... Aguardam com ansiedade a lista dos corpos já identificados. No seu íntimo a esperança de que o nome do amigo ou parente não conste da lista... Talvez ainda esteja vivo...

    A lista dos sobreviventes nos alojamentos improvisados... Expectativa...

    As equipes de resgate, voluntários, equipes médicas... todos em ação. A ajuda chega de todos os lados. O povo é solidário. Tenta suavizar a dor...aplacar o sofrimento... levar conforto.

    Dor, sentimento tão abstrato... Indefinível...

    Por mais que eu tente me transportar para aquela realidade nunca vou saber exatamente o que é ...

    - acordar na madrugada com a água na altura dos joelhos...

    -abandonar rapidamente a casa deixando tudo para trás...

    -ficar ilhado esperando por socorro e temendo o perigo a cada minuto...

    -olhar o local onde antes existia  a própria  casa e ver apenas escombros...

    -salvar a si próprio e não ter tempo para salvar outras pessoas queridas...

    -buscar por parentes debaixo dos escombros...

    -perder a família inteira de forma tão brutal..

    -enterrar seus mortos em vala comum, sem tempo para um enterro digno..

    -não saber para onde ir..

    -o difícil recomeço...

    Tudo isso e muito mais, são experiências muito pessoais.

    Porque a dor de cada um é única e intransferível. A extensão e intensidade da dor é peculiaridade de cada um . Só sabe quem passa por ela.

    Tudo é muito triste, desesperador. Difícil será recomeçar. Difícil superar o trauma causado pela tragédia. Difícil esquecer as cenas de horror indescritível  que só quem as vivenciou é capaz de dimensionar.

    Nesses momentos , confiemos plenamente em Deus, socorro presente nas tribulações.

    Ele se revela como amigo fiel, trazendo consolo e proteção.

    O desejo de superação, a vontade de viver hão de prevalecer...Confiemos.

     




    ..

     



    Escrito por edimeli às 22h32
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    saúde pública

     

     

    Vaselina na veia???!!!

    Que a saúde pública está um caos, isto já nem se discute mais.

    O descaso com os pacientes, a falta de medicamentos já se tornou corriqueiro nos hospitais e outros postos de atendimento médico.

    Prédios em mal estado de conservação, ambientes precários, higienização também precária dificultam o atendimento trazendo muitas vezes consequências funestas e irreparáveis.

    Mas, fazer o quê, não é! Acabaram com a CPMF! E de onde então poderá vir os recursos para a humanização dos hospitais...

    Ah, mas já tem aí o projeto da CSS (contribuição social para a saúde) , que não é nada mais do que uma tentativa de ressuscitar o antigo e malfadado imposto . Apenas batizado com outro nome, mas cuja utilização será a mesma da CPMF. E será que desta vez , caso seja aprovado, os recursos serão melhores aplicados? Precisamos de mais esse imposto?

    Mas não é disto que quero falar. Não bastasse todo esse caos na saúde pública, agora nos deparamos também com o despreparo e negligência de profissionais da área.

    A mídia não tem nos poupado durante essa semana com relatos e mais relatos desse despreparo,

    O caso que suscitou a discussão foi o episódio da troca de soro por vaselina líquida, injetada na veia de uma pobre jovem, num hospital de São Paulo.

    Uma vida foi ceifada. Um pequeno deslize, uma distração, falta de atenção. Sei lá o quê. Tenho pena dessa enfermeira, porque acredito ser ela também uma vítima do sistema.. Claro que o gesto foi inconsciente. Frascos iguais? Sem rótulos? Poucos funcionários para atender a demanda de atendimento?

    A funcionária admite que errou. Vai ser indiciada por homicídio culposo.

    Mas, e aí? Um segundo de desatenção e era uma vez uma criança....Nada trará de volta a vida promissora daquela jovem de apenas 12 anos.

    É um absurdo! Nossa vida condicionada a uma identificação correta do frasco A ou frasco B.

    Poderia seguir relatando outros absurdos e inadmissíveis erros médicos. Mas é só ver os noticiários. E se indignar sempre! Isto não pode continuar. A vida tem que ser melhor valorizada e respeitada.

    Profissionais de saúde tem que ser melhor preparados. Mais cuidadosos com a vida que tem em mãos.

    A sociedade fica insegura diante de tantos absurdos erros . E vai ficando cada vez mais reticente em relação à procura de hospitais.

    Dependesse de nós, jamais pisaríamos em tal solo.

    Mas, sei lá... Um dia a gente precisa. E seja o que Deus quiser...

     

     

     

     



    Escrito por edimeli às 18h32
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    violência

     

    O que motivou o ataque a jovens na Avenida Paulista?

     

    A violência praticada por jovens continua acontecendo. A sociedade estarrecida diante da barbaridade dos fatos quer uma resposta. Quer solução. Quer justiça!

    E se pergunta: porquê? O que leva esses jovens na maioria das vezes estudantes de classe média alta a se envolverem em episódios assim? Que raiva é essa que leva a esse gesto covarde de violência? Onde estão seus princípios de civilidade?

    As imagens da agressão, divulgadas pela mídia são reveladoras. Falam por si só.

    Mostram o momento de uma agressão vergonhosa, covarde. Sem razão justificável.

    Uma vergonhosa discriminação, um preconceito arraigado , que traz consequências sérias.

    Num passado não muito distante, episódios semelhantes chocaram a sociedade. E sempre episódios protagonizados por esse tipo de jovens inconsequentes, motivados por preconceito.

    Quem não se lembra do caso ocorrido em 97, com o índio pataxó, Galdino dos Santos? Enquanto dormia num ponto de ônibus em Brasília, foi queimado vivo. Teve o corpo em chamas provocado por ateamento de álcool.

    Os autores da façanha? 5 jovens de classe média alta.

    O motivo? Desprezível, vergonhoso... Pensaram que fosse um morador de rua, um mendigo...

    Chamou a atenção também, há uns três anos atrás, o caso da doméstica Sirley Dias. Enquanto esperava o ônibus, numa madrugada, foi abordada por 5 jovens que a agrediram covardemente e a roubaram.

    O motivo? Também intolerância, preconceito. Pensaram que fosse uma prostituta...

    Também o caso Rafael Mascarenhas chamou a atenção. Mostrou um pai conivente com a atitude irresponsável do filho ao tentar vergonhosamente subornar o guarda. Um pai tentando minimizar o problema, ensinando ao filho como se faz para fugir da responsabilidade.

    Normalmente os pais desses agressores são pegos de surpresa quando veem seus filhos envolvidos nesse tipo de violência.

    Porque os filhos supostamente bem orientados perdem a noção de civilidade ao se envolverem em grupos?

    Seria influência de más companhias que os levam a ter esse tipo de comportamento estúpido?

    Ou estaria também faltando mais a participação direta dos pais na vida dos filhos? Um envolvimento maior dos filhos com a família? Estariam sendo os pais muito permissivos, não se comportando como modelos a serem imitados? Não tendo um tempo de convivência exemplar?

    Não quero ser juiz de ninguém. Apenas como cidadã, me faço as mesmas perguntas. Nossa sociedade está doente e urge procurar caminhos para uma mudança, uma transformação.

    Uma releitura da família precisa ser feita urgentemente.

    Valores como respeito e amor ao próximo precisam tomar o lugar da intolerância que está virando regra.

     



    Escrito por edimeli às 17h48
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