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    religiosidade



     
     

    Mulheres famosas

    Mulheres famosas

    A mídia divulga diariamente certas personagens, atores e atrizes de cinemas e novelas, personalidades públicas, e as torna famosas pela constante apresentação à sociedade. Muitos sonham com uma exposição assim para se tornarem também famosos.

    Maria, mãe de Jesus é a mulher famosa por excelência, não pela exposição na mídia- que naquela época nem havia, mas pelo fato de ser, graças a seu “sim” a Deus, mensageira da boa- -nova trazida por Jesus.Ela foi engrandecida pela graça de Deus e pela fidelidade ao  compromisso  que Deus lhe confiou.

    É exemplo a ser seguido, pois colaborou com o plano de salvação que Deus tem para a humanidade. Ainda hoje ela nos convoca e nos indica o caminho a seguir: “fazer tudo o que Jesus nos pede”.

     A exemplo de Maria há muitas “mulheres famosas”, que mesmo no anonimato, estão comprometidas com o projeto de Jesus e trabalham pelo crescimento do Reino de Deus. Elas também nos fazem o constante apelo a “fazer o que Ele disser”.

    Sem essas “mulheres famosas” que atuam em favor da vida e contra os sinais de morte, não haverá transformação da sociedade. Atentas aos sinais dos tempos, a exemplo de Maria, unem-se à missão de Jesus e procuram, com seu trabalho, motivar as famílias e as comunidades a descobrir a vontade de Deus dentro da realidade em que vivemos.

    Graças ao constante apelo, ao trabalho árduo e, muitas vezes “invisível” dessas mulheres, a comunidade pode transformar a água em vinho, símbolo da vida nova proposta por Jesus. Assim como Maria conseguiu mover o coração de Jesus, também essas “mulheres comprometidas” conseguem mover o coração da sociedade. Tornando-se pequenas, conseguem ser grandes e famosas diante de Deus.

    Maria, mãe de Jesus, foi assim: mulher silenciosa, ciente de sua missão, sem fazer alarde pede aos serventes que sigam o apelo de Jesus.  Então os convidados podem comemorar com alegria e a festa se torna plena.

    Pe. Nilo Luza,



    Escrito por edimeli às 15h24
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    Reparte teu milho

    Ama o teu próximo e “compartilha” o teu milho

    Certa vez, um jovem repórter perguntou a um agricultor da Argentina se ele podia revelar o segredo de como ganhar todos os anos o concurso nacional de melhor produtor de milho. O agricultor com toda simplicidade confessou:

    -É que eu compartilho minha semente com os vizinhos.

    -Mas porque compartilha sua semente com os vizinhos, se eles também entram no mesmo concurso? Criticou o repórter.

    -Você verá jovem, disse o  agricultor olhando para aqueles imensos campos. O vento que vai daqui para lá e logo volta para cá, leva o pólen   do milho maduro de um plantio ao outro. Se seus vizinhos cultivassem um milho de qualidade inferior a polinização cruzada degradaria a qualidade do meu. Se vou semear bom milho, devo ajudar meu vizinho a fazer o mesmo.

     

    O amor começa com os que estão mais próximos de nós, é com eles que temos que começar a “compartilhar nosso milho” para formar um tecido do corpo, onde se vive o reino de Deus

    O bom samaritano não foi chamado para salvar todos os moribundos, mas somente aquele que encontrou no caminho (Lc 10, 33-35)

    Quem pretende viver bem, deve apoiar aqueles que estão por perto. E aqueles que optam por ser feliz têm de contribuir para que seus irmãos  e amigos encontrem a felicidade, porque a fortuna de cada um está  hipotecada ao bem estar daqueles que são próximos. Os países que querem alcançar o progresso devem ajudar seus vizinhos a se superarem também.

    Não é construindo cercas ou  muros  nas fronteiras que progrediremos, mas sim “compartilhando o milho” de nossa alegria, paz e desenvolvimento  com os mais próximos. Desta maneira, nós vamos crescer pessoalmente e juntos com maior força.

    Extraído do Livro Evangelizar com Palavras(José H. Prado Flores)



    Escrito por edimeli às 17h18
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    origem do mês da Bíblia

     

    Ainda sobre a Biblia-- origem do mês da Biblia

     

    http://fabianomartatobias.blogspot.com/2011/09/setembro-mes-da-biblia.html


    Atendendo alguns leitores que questionaram sobre a origem do mês da bíblia, deixo o link acima.

    Ali  o leitor interessado em mais detalhes irá entender porque a Igreja escolheu setembro como mês da biblia e porque dia 30 de setembro foi declarado "dia da Bíblia". Entenderá também a importância de nos aprofundarmos nas leituras biblicas e nessa leitura descobrir "a fonte inesgotável do Amor de Deus que a todo instante insiste em nos amar e nos abraçar"

     



    Escrito por edimeli às 09h42
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    Setembro- mês da Bíblia

     

     

    Iniciamos setembro com a perspectiva da entrada da primavera.

    Primavera é recomeço. É vida que renasce. É a natureza que se transforma, após um longo período de inércia, adormecimento.

    Ocorreu-me que talvez seja essa uma razão óbvia também para se comemorar em setembro o mês da bíblia. Porque o que é a Bíblia senão o livro que tem o propósito de transformar nossas vidas. A leitura das Sagradas Escrituras faz-nos renascer para uma vida de graça divina.

    Mas é importante ressaltar que essa transformação não acontece simplesmente porque “leio”.Mas porque “aprendo com o que leio”. E também à medida que vou aplicando em minha vida as verdades aprendidas. Então estarei experimentando a tal transformação ao longo de mina vida de acordo com minhas atitudes.

    De nada adianta ter a bíblia aberta na estante de nossa casa, se dela não fazemos uso para uma leitura transformacional.

    Nada de ler a bíblia passivamente como se fosse um ritual diário. Ela deve ser lida em oração em busca de absorver as verdades ali escritas, experimentando a cada trecho o Poder da Palavra de Deus.

    O mundo encontrará seu caminho se acolher a Palavra de Deus.

    Ela não lhe ditará receitas prontas para cada situação, mas dará sabedoria para analisar os problemas e confiança em Deus para resolvê-los. Porque Deus caminha com a gente.

    Experimente! Apenas um pequeno trecho diário. Deixe fazer eco em seu coração. Reflita sobre ele.  Utilize momentos livres de seu dia para repetir mentalmente versículos que lhe chamaram a atenção ou que sejam adequados à situação que está vivendo.

    Aos poucos eles se aprofundarão em sua mente até que, de fato, sua vida se torne uma demonstração viva do poder de Deus.

     

    Por que setembro é o mês da Bíblia?

    Este mês foi escolhido pela Igreja porque no dia 30 de setembro é dia de São Jerônimo (ele nasceu no ano de 340 e faleceu em 420 dC). São Jerônimo foi um grande biblista e foi ele quem traduziu a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época era a língua falada no mundo e usada na liturgia da Igreja.

     



    Escrito por edimeli às 19h40
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    Dia do catequista

     

    A Igreja Católica celebra no dia 29 de agosto deste ano o dia nacional do catequista. Na ação pastoral da vida eclesial é tão importante a missão do catequista, verdadeiros evangelizadores, que Jesus, antes de começar sua pregação, escolheu seus doze discípulos, que deveriam se espalhar pelo mundo inteiro, anunciando a boa nova, isto é, evangelizando as pessoas.

    O número 12, na Sagrada Escritura, tem um sentido de totalidade, plenitude e, realmente, esses doze discípulos se multiplicaram em progressão geométrica e, entre eles, nós temos os catequistas, homens e mulheres dispostos a levar às crianças, aos adolescentes, aos jovens e aos adultos a mensagem de Cristo, promovendo a catequese renovada, à luz do Concílio Vaticano II.

    Os catequistas e as catequistas lembram o próprio Senhor Jesus, pois, além de apresentarem o projeto do Pai a outras pessoas, pretendem formar novos discípulos missionários.

    Nosso Senhor Jesus Cristo nos ajuda em seus métodos de evangelização, catequese e apostolado: Ele começa pela vida, em seus aspectos comuns, de forma a levar o povo à revelação do seu Evangelho.

    Quando Ele disse a seus discípulos: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura”, estava
    iniciando com eles um trabalho de catequese, que foi multiplicado até os dias de hoje.

    O mundo está tão conturbado com guerras, violência, ganância, egoísmo que pouca gente quer escutar a Palavra de Deus. É por isto que é muito louvável o trabalho do catequista nos nossos dias porque ele precisa abrir os olhos e os ouvidos das pessoas para a realidade sempre atual, em todos os tempos, da Palavra de Deus.

    Que Deus, com largueza e profusão, abençoe nossos catequistas, homens e mulheres que, espontaneamente, se dedicam a transmitir ensinamentos cristãos. Que eles continuem no seu propósito de evangelizar e que consigam formar novos operários para a messe do Senhor, na escola da nova evangelização de discípulos-missionários.


    Dom Eurico Veloso



    Escrito por edimeli às 08h34
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    "Amai vossos inimigos"

     

    Amai vossos inimigos

    “Ouvistes o que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem: para que vos torneis filhos de vosso Pai Celeste, porque ele faz nascer o sol  sobre bons e maus e vir chuvas sobre justos e injustos. Porque se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo? E se saudardes somente os vossos irmãos, que fazei de mais? Não fazem os gentios também o mesmo? Portanto, sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai Celeste. Mt: 5,43- 48

     

    As palavras contidas neste trecho do evangelho de Mateus trouxeram-me para a realidade de nossos dias.

    Vivemos num mundo cheio de discórdias e violências que se multiplicam. A todo o momento somos informados sobre atrocidades que nos chocam, atitudes abomináveis que fogem à racionalidade humana.

    O que o mundo nos mostra é que o homem caminha a cada dia mais por uma estrada semeada de ódios, cujo final não pode ser outro senão sua própria destruição.

    Diante desta triste realidade, o mandamento “amai vossos inimigos” pode parecer difícil de ser seguido. Para alguns chega a ser utópico.

    Como amar quem espalha terror, ameaçando inocentes? Como amar quem ameaça nossos filhos ou assalta nossas casas? Como amar o estuprador, o assassino do inocente, o pedófilo?

    Como amar aquela pessoa inescrupulosa, muitas vezes do nosso convívio, e que só o mal tem feito a seu semelhante? Aquela que não hesita em humilhar, negligenciar e até torturar moral e psicologicamente? Aquele que usa de arrogância constante valendo-se de seu poder alicerçado em duvidosas bases financeiras, ou usa de seu falso prestígio para oprimir o seu próximo?

    Mas quando Jesus diz “Amai vossos inimigos”, sabe bem a dificuldade dessa imposição, como também conhece bem o significado de cada uma de suas palavras.

    A grandeza do mandamento está em ir além do “gostar”. Amar pressupõe muito mais que gostar. Porque é fácil amar a quem  é bom.   Difícil é amar o pecador, aquele que nos ofendeu.

    A má ação deve ser abominada, não gostamos dela. Mas precisamos amar a pessoa que a praticou. Porque Deus a ama e vê nela sempre uma possibilidade de restauração.

    Quando olhamos para nosso inimigo com esse olhar amoroso de Deus, podemos visualizar algo além do impulso da maldade. Com um olhar amoroso reconhecemos em nosso inimigo a imagem de Deus gravada em seu ser. E se somos a imagem e semelhança de Deus, não podemos ser totalmente maus. Sempre é possível encontrar algo de bom mesmo dentro daquilo que temos de pior. Medo, preconceito, orgulho, ignorância, frustrações, entre outras, podem ser razões que justifiquem o desvio de comportamento. Claro que existem exceções e não podemos ignorar índoles totalmente más e irrecuperáveis, diante das quais devemos estar atentos e manter uma atitude vigilante.

    E à luz desse novo olhar de bondade, percebemos que mesmo a pior pessoa não está fora do alcance do amor Redentor de Deus. Nesse caso a  prontidão para o ódio diminui e ficamos mais predispostos a amar e a perdoar.

    Com o ensinamento “Amai vossos inimigos”, Jesus certamente quis dizer: “evitem sua própria destruição. Quebrem as cadeias que desencadeiam o mal. Porque retribuir o ódio com o ódio só multiplica o ódio. Violência multiplica violência. Agressividade gera agressividade. Guerra gera guerras”.

    Sonhar com um mundo perfeito talvez seja mesmo utópico. Somos humanos e falhos. Mas a chave para grandes mudanças na evolução do homem e transformação do mundo pode estar aí: no amor maduro e cristão com respeito a si próprio e ao próximo, demonstrando compreensiva e fecunda boa vontade para com todos os homens.

    Amor ao Criador e à criação.

    Amor ágape, o amor de Deus agindo no coração do homem.

     



    Escrito por edimeli às 14h07
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    Dar a outra face

     

     

    Dar a Outra Face


    Muitas vezes em nosso dia a dia, seja no trabalho ou mesmo se tratando de relações familiares, um impulso nos leva agir de forma descontrolada e movidos por uma raiva incontida somos impelidos à prática de atos destrutivos.

    Difícil não reagir diante de uma situação de insulto, ofensa ou humilhação. Ninguém gosta de levar desaforo para casa. “Não tenho sangue de barata”, costuma ser o argumento.

    E de acordo com o grau do desentendimento vivenciado, dentro do grau de irascibilidade de cada um , desejos de vingança são arquitetados. Ferir quem nos feriu, magoar quem nos magoou, pagar com a mesma moeda...

    Vingança, um sentimento negativo, mesquinho. Mas com certeza muitos de nós a acalentamos no íntimo de nosso ser, camuflada sob nobres sentimentos. E em determinadas situações ela pode vir à tona expondo o mais fraco de nós.

    Somos fortes quando demonstramos o controle de nossas emoções, quando agimos com inteligência e discernimento. Somos fortes quando sabemos impor limites com determinação e firmeza, buscando caminhos contrários ao da violência destrutiva.

    É aqui que entra o colocar em prática esse belo ensinamento de Jesus: “Dar a outra face”, uma expressão conhecida mas acredito que poucos compreendam o alcance , a essência e o verdadeiro significado desse ensinamento.

    Analisando superficialmente corremos o risco de nos equivocar e crer que “dar a outra face” seja uma atitude frágil e submissa.

    Eu confesso que somente após ler o livro “O vendedor de Sonhos” de Augusto Cury passei a entender em profundidade o verdadeiro significado dessas palavras.

    O autor diz que “saber sair silenciosamente da linha de fogo dos que nos agridem indica maturidade, inteligência e lucidez. Dar a outra face não é sinônimo de fragilidade, mas de força; não é sinônimo de estupidez, mas de lucidez. Quem dá a outra face não se esconde, não se intimida, mas enfrenta o outro com tranquilidade e segurança. Não utiliza a força física, nem se esconde atrás de violência.

    Dar a outra face previne homicídios, traumas, cicatrizes impagáveis. Os fracos vingam-se, os fortes protegem-se”.

    Falando sobe “a outra face”, Jesus estava se referindo não à força física, mas sim à força psíquica.

    Portanto “dar a outra face” é procurar fazer o bem a quem nos decepciona, é ter elegância para não caluniar a quem nos difama, altruísmo para ser gentil com quem nos aborrece. É respeitar o outro, procurando entender os fundamentos de sua agressividade. É não usar violência contra violência. É dar mais uma chance, mesmo que a “última chance já tenha sido dada por diversas vezes”.

    A humildade aqui proclamada não deve ser fruto do medo ou submissão passiva. Mas usar de mansidão e serenidade como frutos de uma maturidade psicológica orientada no domínio e controle das emoções.

    Pode parecer difícil colocar em prática esses ensinamentos. Sempre haverá quem irá considerar um absurdo usar de tal prática. Também haverão aqueles que se julgarão incapazes de dar a outra face.

    Mas a vida é um constante aprendizado e ao longo dela vamos somando experiências boas ou más, que nos servirão de guia a cada situação enfrentada.

    Erros e acertos fazem parte da caminhada, através dos quais vamos nos lapidando, tirando nossas próprias conclusões. E essas experiências aliadas á nossa essência e à base de nossa educação é quem nos levará ao caminho em busca de sermos pessoas melhores, para um mundo melhor.

     



    Escrito por edimeli às 12h44
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    Sentados à beira do caminho

     

    Sentados à beira do caminho


    O evangelho de Marcos, 10,46-52 “Cura de Bartimeu”, me toca sobremaneira.

    Um texto rico em simbologias totalmente aplicáveis aos dias de hoje.

    Conduz-nos a refletir sobre nossa cegueira espiritual.

    Como Bartimeu, muitos de nós somos cegos à beira do caminho.

    Bartimeu era cego fisicamente. Estava sentado à beira do caminho. Mendigava. Sentia-se desprotegido e dependente da ajuda do próximo. Andava sem rumo, sem direção.

    Mas Bartimeu procurava a luz! Queria ver de novo! Queria encontrar o caminho! E não hesita. Clama com fé confiante por Aquele que pode mudar sua vida!

    E Jesus o acolhe. Devolve-lhe a visão... a luz... a Vida. Bartimeu, que estava à beira do caminho , se põe a caminho com Jesus.

    A força de Bartimeu está implícita na sua fé confiante e inabalável que depositou no Mestre.

    A fé foi fundamental, foi a força que o motivou a ficar de pé e caminhar na direção de Jesus.

    E nós, quantas vezes não ficamos lá sentados à beira do caminho. Perdemos a clareza e a força da fé . Perdidos em nossa cegueira espiritual, pegamos qualquer atalho...

    Nem percebemos quando Jesus passa. Ou nossa fé é tão morta, tão fria que nosso grito não chega até Ele, porque não queremos assumir nossas fraquezas.

    A convicção de Barnabé foi muito importante.

    O texto diz que “ Lançando fora a capa, ergueu-se de um salto e foi ter com Ele”

    Senhor, que eu veja” disse ele ao ser indagado por Jesus. “Vai, a tua fé te salvou” disse-lhe Jesus.

    Erguer-se de um salto.... ficar de pé imediatamente... demonstrando prontidão.

    O gesto de “lançar a capa fora” é muito significativo. Significa desprendimento...

    Muitas vezes queremos seguir Jesus, mas ficamos presos à capa das argumentações falsas, desculpas esfarrapadas que não convencem, mágoas não perdoadas, cicatrizes , orgulho, vaidade, prazeres fúteis, materialismo...

    E para seguir Jesus é preciso despojamento, um desapego de tudo aquilo que serve como tropeço em nossa vida.

    Coloquemo-nos a caminho com Jesus sempre sabendo identificar a capa que precisa ser abandonada para que a caminhada se torne leve e promissora.

    Nunca esquecendo que nas maiores dificuldades e imprevistos da vida, Cristo está sempre pronto a nos acolher. Retomemos a caminhada com ânimo e otimismo, conscientes de que Jesus está sempre a nossa espera.

    Ele sempre espera que voltemos a caminhar em sua direção. Quer nos transformar em água viva, em pedras de construção para que seu Reino Divino triunfe.

     



    Escrito por edimeli às 11h53
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    Natal

     

     

    O Natal se aproxima

    Estamos em clima de Natal. Tudo remete a festas, cantos, alegria.

    Andando pelas ruas da cidade nota-se um ar festivo. Fachadas luminosas, vitrines coloridas. Luzes, brilhos...Papai Noel reina altaneiro. Haja criatividade...

    Pessoas apressadas. Um vai vem enlouquecedor. Lojas apinhadas de gente.

    Tudo incentiva ao consumo. É o presente do amigo secreto, as lembrancinhas para os familiares. A preocupação com a ceia. Reunião com a família.

    Os corações se transformam. Floresce em cada um de nós o sentimento de fraternidade, solidariedade e partilha.

    Vamos fazer uma criança feliz”

    Vamos partilhar o que temos”

    Fazer confraternização, arrecadar alimentos destinados aos mais necessitados.”

    No Natal conseguimos fazer da utopia, realidade.... mesmo que dure um único dia...

    É o Natal do mundo materialista se misturando ao Natal cristão e solidário. É a festa do Nascimento do Menino Jesus. Vamos homenageá-lo com todas as honras. Ele merece o melhor de nosso coração.

    Vamos também preparar o nosso coração para receber esse grande “presente natalino”: A presença do menino Deus no meio de nós.

    É bonito de se ver como no Natal as pessoas se esforçam para estar bem consigo mesmas e com os outros. Procuram se humanizar, praticam o Amor e são solidários com os mais necessitados.

    Mas, se faz necessário lembrar que a verdadeira razão do Natal não tem hora nem vez.

    O Natal deve acontecer todo dia em nossos corações, em nossa família, trabalho e comunidade.

    Natal acontece na vivência do dia a dia. Porque o amor, a partilha e a solidariedade não tem dia nem hora marcada para acontecer.

    Natal é festa em que se volta ao passado e se evoca a lembrança de um fato importante que aconteceu. E se deseja que esse Jesus permaneça no meio de nós trazendo esperança e paz. Então a dimensão também é futura. É o despertar para a esperança.

    Tem sentido presente, porque desperta responsabilidade com o bem , com a justiça, com o próximo, com a vida.

    Talvez por isso que em meio a toda essa expectativa, toda essa alegria, vez em quando mescla uma dose de tristeza. Uma nostalgia, que não se sabe de onde vem.

    É mais um Natal que chega, mais um ano que se vai. É um ano inteiro para ser revisto. Assumir falhas, procurar acertos... projetar melhoras.

    Há tanto ainda a aprender. Tanto ainda a perdoar, a esquecer, a partilhar, a compreender... a amar...

    Que o Natal dinamize o nosso interior e nos estimule a descobrir e promover a vida ,onde quer que ela se manifeste ,em todos os dias do ano.

    Um Natal de paz e amor a todos!


     

     

     



    Escrito por edimeli às 21h42
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    1ª Eucaristia

     

    Espiritualidade para a 1ª Eucaristia

     

    Aconteceu no sábado o momento de espiritualidade para as crianças preparadas para a 1ª Eucaristia.

    A pequena Capela Santo Antônio ficou repleta de crianças. Uma animação só e também muita ansiedade.

    Enquanto aguardavam a chegada do seminarista que comandaria a a espiritualidade, houve animação pelas catequistas e também o momento de fotos para o álbum da catequese.

    Eu particularmente odiei essa parte. Tenho alergia a fotos! Sempre fui assim. Mas as crianças amaram fazer pose para o álbum. Algumas meninas capricharam tanto que até parecia pose para revista de famosos.

    Enfim o seminarista Anderson chegou. Um jovem alegre e carismático. Demonstrou muita afinidade com as crianças, tornando a celebração alegre e descontraída.

    As crianças soltaram um ohhh... exclamativo, quando souberam que o momento de confissão não aconteceria naquele dia. Foi marcado um dia somente para as confissões. Teriam então uma semana a mais para refletir sobre seu dia a dia e pequenos desvios de comportamento.

    Durante os últimos encontros conversamos bastante sobre “exame de consciência, arrependimento e propósito”. O que foi reforçado pelo seminarista durante o ato penitencial.

    Como disse o seminarista, é chegado o momento de cada um se voltar para o seu interior, avaliar ações, comportamentos falhos, examinar a consciência para corrigir possíveis atitudes que não condizem com uma vida cristã.

    De maneira geral, os catequizandos estão preocupados com o ato de contrição, que dizem ter receio de esquecer no momento da confissão. É uma oração curtíssima e com palavras fáceis, mas as crianças de hoje que conhecem todos os segredos do computador, celulares, etc... tem dificuldade em decorar pequenas frases.

    Não é motivo para grandes preocupações, eu disse a eles. Na eventualidade disso acontecer, deixe o coração falar, deixe o ato de arrependimento brotar espontaneamente do coração. Preces espontâneas adquirem mais significado do que as preces decoradas.

    No intervalo foi servido um lanche para as crianças, que permaneceram em retiro por aproximadamente 4 horas, terminando exatamente às 12:30 horas.

    E as crianças já estavam no seu limite. Ufa, até que se comportaram bem!


     



    Escrito por edimeli às 19h24
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    O povo e a fé


    A fé do povo é um assunto que me comove, me intriga e me fascina.

    É o diálogo do povo com o sagrado .

    Se traduz na simplicidade de um povo que se fortalece no mistério entre o concreto e o imaterial.

    Fé que cura e conforta, alivia sofrimentos, dá esperança a desesperançados.

    Fé que não mede distâncias, não mede sacrifícios, extrapola limites e leva até ao suplício.

    Fé, que se revela na certeza das coisas que se esperam, na convicção dos fatos que não se veem.

    Fé, que leva o romeiro todo ano à Aparecida, a se sentir confortado no colo da Padroeira.

    Uma fé que não se explica, privilégio daqueles que não buscam explicações no inexplicável.

    Apenas confiam...

    O olhar em êxtase, muitas vezes banhado de lágrimas, coração contrito em oração, lábios que balbuciam preces, passos cansados que acompanham a procissão é a manifestação do romeiro pela promessa cumprida, a graça alcançada, a esperança do que ainda não se consumou....

    É a manifestação concreta da fé numa linguagem simples e espontânea e que tem a marca de cada um em seu momento de dor, angústia, fé, esperança e amor.

    A pequenina imagem de Nossa Senhora é o símbolo de identificação e união do povo católico que não mede obstáculos para demonstrar sua fé e gratidão àquela que sempre o socorre e nunca abandona o filho querido.

    É a certeza de que a Padroeira não o abandona na caminhada dessa vida desregrada.

    É a fé na Padroeira que se traduz numa só palavra: Esperança....

     


     

    Enquanto escrevo, o alto falante da matriz entoa:

    ♫♫

    Estendei o vosso olhar

    sobre o chão de nossa vida

    Sobre nós e nosso lar/

    Virgem mãe Aparecida....

     

    É a população se preparando para o encerramento das festividades de Nossa Senhora Aparecida

    com procissão e missa festiva.

    Uma festa que aconteceu durante durante todo o mês de outubro com peregrinação da imagem da santa visitando as famílias com celebração da Santa Missa.

    É a Igreja alertando através do serviço de som , que é chegada a hora de se dirigir ao local do encontro para o início da procissão...A minha devoção, eu a cumpro aqui ao pé do leito de minha mãe enferma, que acabou de despertar e exige minha presença...

    O povo em massa,  acorre ao chamado.

    Não importa o frio intenso da manhã , não importa o vento gelado e cortante que castiga o rosto dos fiéis devotos.

     Eles parecem não sentir. Não querem sentir.... Este não é o momento para pequenas fraquezas, confortos desnecessários...

    O momento é sublime, é hora de louvar, agradecer pelas graças recebidas, pedir bênçãos....  expressar a sua fé....

    E a procissão segue em direção à Igreja.. .

     



    Escrito por edimeli às 12h51
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    em busca do perdão

     

    O filho pródigo 

    (Lc;15,11-32)

     

    Considero a parábola do Filho Pródigo um dos mais edificantes e comoventes textos bíblicos que a Sagrada Escritura nos apresenta.

    A arrogância e imaturidade do filho que se julga independente e preparado para se aventurar a viver sua vida longe da casa paterna culmina com sua própria ruína.

    Deslumbrado com as facilidades que o dinheiro lhe traria, exige sua “herança” e aventura-se ao desconhecido, com uma falsa ideia do que seria a “terra distante”.

    O Pai permite. Dá-lhe liberdade de agir. E o impulsivo filho parte...Só não contava com as adversidades que cedo ou tarde apareceriam. Sim, porque o mundo não deixa de ser uma incógnita. E o filho não estava preparado para situações inusitadas.

    A “terra distante” se revelou um mundo egoísta, das falsas relações, da exploracão do homem, da calúnia e da mentira. É o mundo do “quem pode mais” ou do “salve-se quem puder”. O mundo dos prazeres fáceis e passageiros. O mundo da solidão mesmo rodeado de pessoas. E foi assim que de repente o filho se viu.

    Sem dinheiro, sem amigos, sem dignidade. A mendigar um trabalho qualquer, desejando comer a comida dos animais.

    Os vícios o corromperam moralmente, levando- o à degradação humana Uma solidão múltipla. Sem dinheiro, sem amigos, sem dignidade, sem Deus...

    Mas o filho se ergue. Diz o texto: “Levantar-me-ei e irei ter com meu pai(18)

    Era a hora de levantar-se e voltar para a Vida.

    O Filho “cai em si”(17)  e toma consciência de seu estado real. Reconhece o seu erro...É o arrependimento sincero batendo à porta! E o Filho volta. Não altaneiro como partiu, mas humilhado, envergonhado. Ele pede perdão ao Pai. Quer ser reintegrado no seio da família: “Pai, pequei contra Deus e contra ti, e já não sou digno de ser chamado seu filho.(21)”Trata-me como a um de seus empregados”.(19)

    É o reconhecimento do erro, o arrependimento sincero. O pedido de perdão de quem se reconhece realmente culpado e quer uma nova chance de recomeçar.

    E o Pai o recebe de braços abertos. Não pergunta pelos motivos do retorno. Apenas é movido pelo sentimento de compaixão. Já não haverá mais noites de angústias, preocupações. Uma festa é feita para celebrar a volta do filho , gerando revolta no irmão mais velho, que contesta.

    Mas o pai amoroso retruca: “Filho , você esteve sempre comigo, e tudo o que é meu é seu. Mas é preciso nos alegrar, porque esse seu irmão estava morto, e tornou a viver, estava perdido e foi encontrado”( 31- 32)

    A parábola aplicada à realidade nos leva a refletir sobre o perigo das decisões tomadas por impulso. Indica também que o dinheiro nem sempre é garantia de vida próspera e satisfatória. Sentimentos e relações também devem ser considerados e bem administrados.

    Como na parábola, cada um é convidado a “cair em si”, voltar o olhar para dentro de sua própria vida, a tomar consciência do seu estado real e ser crítico de si mesmo . Perscrutar erros e acertos e encaminhar seus passos na direção certa, tendo sempre a humildade de reconhecer suas falhas.

    Há sempre a esperança de recomeçar...

     


    O filho pródigo nos dias de hoje

    A Parábola do Filho pródigo foi o tema do meu último encontro de catequese.

    O texto foi trazido para a realidade dos jovens de hoje, no sentido de alertá-los para os perigos em se agir muitas vezes impulsivamente e imaturamente.  Assim agindo, acabam por desprezar os conselhos dos pais e correm o risco de embrenhar-se por caminhos tortuosos.

    A intenção não é mostrar como consequência a volta do filho humilhado e vencido. Mas sim ressaltar o infinito amor de Deus pelos pecadores. Um Deus que aceita os inaceitáveis , perdoa os imperdoáveis e acolhe os desprezíveis.

    Assim é nosso Deus! Ele é o Pai que confia em nossa capacidade de sermos melhores e faz festa quando mudamos de vida porque sabe que só assim seremos felizes. Deus é o Pai que nos ama incondicionalmente.

    Sempre há um novo caminho à nossa espera...






     

     

     



    Escrito por edimeli às 17h45
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    catequese

     

    Saiba fazer a sua escolha!


     

    Escolhe, pois a vida” foi o tema do última encontro catequético.

    Prestes a celebrarmos a 1ª Eucaristia , os catequizandos foram levados a refletir em como nossas atitudes hoje, nossas opções de vida interferem em nossa vida futura.

    Diariamente nos deparamos com situações corriqueiras como por exemplo ter que escolher entre um prato de refeição saudável ou se entupir de refrigerantes, salgadinhos ou outras guloseimas. Uma escolha errada pode trazer futuras consequências para a saúde.

    Assim também ocorre com nossas atitudes. É preciso ter bom discernimento para não se envolver com más companhias, colegas libertinos e desonestos.

    É bom lembrar também que muitas vezes uma boa escolha exige renúncias. O caminho dos falsos prazeres, falsas alegrias e das facilidades apresenta-se a nós de forma mais atraente. Mas a vida cobra o seu preço.

    Nossas ações, trabalho e estudo caminham de acordo com as escolhas feitas.

    Há uma relação direta entre o que semeamos e o que colhemos.

    Não se pode semear ódio, egoismo, desrespeito, maledicências, mentiras e colher algo diferente.

    Também não se pode dizer: “Nasci assim , não tenho culpa. E é assim que vai ser.” Sempre há chance de mudar. Na vida nada é determinante. Nossa vida é uma escolha constante. A gente escolhe amar o próximo, viver bem em família, a gente escolhe ser feliz , viver em paz . E a gente pode escolher também o caminho oposto.

    Temos à nossa frente dois caminhos: o bem e o mal.

    Temos a liberdade de escolha. E o que escolho define quem eu sou.

    Portanto, saiba fazer a sua escolha.

    Escolhe, pois, a vida.(Dt 30, 15-19)

     

    Para ilustrar, foi apresentado a letra da música"É preciso saber viver"  -titãs

    Quem espera que a vida
    Seja feita de ilusão
    Pode até ficar maluco
    Ou morrer na solidão
    É preciso ter cuidado
    Pra mais tarde não sofrer
    É preciso saber viver

    Toda pedra do caminho
    Você pode retirar
    Numa flor que tem espinhos
    Você pode se arranhar
    Se o bem e o mal existem
    Você pode escolher
    É preciso saber viver

    É preciso saber viver
    É preciso saber viver
    É preciso saber viver
    Saber viver, saber viver!





     

     

     



    Escrito por edimeli às 20h08
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    catequese

     

     

    Sentindo na pele...

     

    Durante esse ano, a catequese em família tem me proporcionado e também às crianças o contato com uma infinidade de realidades.

    Na semana anterior caminhamos até a última rua da barrafunda.

    À medida que adentrávamos na vila, a diferença já se fazia notar pelas ruas mal iluminadas conferindo um aspecto fantasmagórico ao local.

    Um cheiro acre de comida refogada chegava até nossas narinas indicando que as cozinhas se achavam em movimento. Era a hora do jantar.

    O cheiro do óleo oxidado somado ao forte cheiro de esgoto proveniente dos bueiros nas proximidades , não era nada agradável.

    Casinhas pequenas., algumas inacabadas e a fraca iluminação chamou a atenção das crianças.

    Inclusive a pequena casa onde estivemos, apesar da boa acolhida, exigia um esforço maior nas leituras referentes ao encontro, devido à fraca iluminação.

    O encontro transcorreu tranquilo mesmo sob aquela luz pálida e um ambiente excessivamente quente prejudicado pela pouca ventilação da pequena sala.

    Poderíamos ter nos reunido ao ar livre, mas o pequeno espaço adjacente não permitia.

    Além do mais, devido ao calor excessivo da noite muitos se encontravam sentados folgadamente nas calçadas, na tentativa de fugir do calor interno de suas casas. Adolescentes corriam na rua quase escura.

    Considerei o ambiente inadequado, ainda mais que ao sairmos vimos um pouco mais acima de onde estávamos alguns rapazotes inconsequentes que se divertiam em torno de um fogo feito por eles próprios com folhas secas , gravetos e lixo

    Ignorando todas as recomendações em relação ao tempo seco da época, ignorando todos os alertas com relação à queimadas, à facilidade com que o fogo pode se espalhar em face do clima ultra seco, irresponsavelmente alimentavam as chamas que já estavam consideravelmente altas.

    Pensei em abordá-los e fazer um alerta sobre o perigo a que se expunham. Mas me contive. Afinal tudo acontecia debaixo do nariz de seus pais, que com certeza a tudo observavam passivamente. O correto seria informar a ocorrência a autoridades competentes. Não podia expor meus catequizandos a uma eventual represália.

    Seguimos nosso caminho de volta, encerrando mais aquele encontro que foi muito além do planejado. Um encontro catequético comum, como outro qualquer, mas que diante da realidade a nós apresentada acabou adquirindo grande profundidade. Um encontro de onde pudemos tirar uma grande “lição” de vida.

    Já conversamos várias vezes sobre essa questão de diferenças sociais, a exclusão, a pobreza, o problema das moradias. Mas o contato direto com essa realidade peculiar e apenas  a poucos passos de nossas casas, foi “sentir na pele” a diferença de realidades sociais tão presentes em nossa sociedade e que o evangelho de Cristo nos exorta a combater em nome do amor , da igualdade e da solidariedade.

     



    Escrito por edimeli às 20h17
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    dia do Catequista

     

    Dia do catequista

    Neste último domingo de agosto a Igreja celebra o "dia do catequista".

    "Ide e pregai o Evangelho", disse Jesus a seus discípulos. E neste momento, acredita-se, que estava iniciando com eles um trabalho de Catequese. Porque os catequistas são uma multiplicação dos discípulos.

    Catequistas seguem evangelizando crianças, jovens e adultos. Formam novos missionários , operários para a messe do Senhor.

    O Catequista vem chamar as pessoas pa a realidade da Palavra de Deus, sempre atual, apesar do mundo conflituoso em que vivemos.

    Ser Catequista é por em prática os ensinamentos de CRisto. É realizar o que Ele realizou, é avivar a Boa Nova nos corações dos jovens e adultos..É ser sinal de amor aos necessitados, instrumento de paz e esperança.

    Ser Catequista não se resume apenas a uma hora semanal do encontro com as crianças. É preciso "viver" a Catequese.Estar disponível, se dedicada. Implica no preparo  minucioso dos encontros, celebrações e muitas vezes contatos com os pais. É uma missão para se "viver" e não apenas "ser".

    Desde que me decidi ser Catequista, tenho me esforçado para desempenhá-lo bem.

    É um contante crescimento e amadurecimento espiritual

    Peço sempre a Deus que coloque as palavras certas na minha boca e no meu coração, para que eu possa transmitíla-las com convicção e fé verdadeira. E que minhas palavras não sejam apenas pronunciadas, mas vivenciadas . Seja fruto do meu dia a dia. Porque ser cristão é muito mais do que seguir regras e rituais. É preciso "viver o Cristo"

    Parabéns a todos os catequistas!

     

    O verdadeiro catequista tem a convicção de que é profeta hoje, comunicando a Palavra de Deus com seu dinamismo e eficácia na força do Espírito Santo" (diretório Nacional de Catequese)



    Escrito por edimeli às 17h28
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